Sidebar

21
Dom, Jul

Comunicação

  • Comunicadores de todo o estado participam desde a última sexta-feira (09) e neste sábado (10), do 3ºEncontro de Blogueir@s e  Ativistas Digitais do Estado de SP. O encontro, que visa debater a democratização da comunicação, é realizado a cada dois anos, alternando com os encontros nacionais.

    A atividade é uma parceria do Comitê Estadual de Blogueiras/os Progressistas de SP e do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, e conta com o apoioda CTB, traz à tona temas relevantes da conjuntura, sob a perspectiva da comunicação.

    As graves ameaças à liberdade de expressão desatadas pelo Estado de exceção em curso no país foram tema da abertura na sexta-feira (9). Gleisi Hoffmann (senadora e presidenta nacional do PT), Luciana Santos (deputada e presidenta nacional do PCdoB) e os jornalistas Maria Inês Nassif e Altamiro Borges participaram do debate no Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep). A mediação ficou por conta de Renata Mielli, do Barão de Itararé e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).

    Com cerca de 100 presentes e mais de 13 mil espectadores acompanharam a transmissão ao vivo. 

    Neste sábado (10), a batalha comunicacional na América Latina foi tema do debate que abriu os trabalhos, com a participação do ex-correspondente da TeleSur, Leonardo Fernandes e Marco Piva, apresentador do programa Brasil Latino, na Rádio USP.

    Veja a programação deste sábado:

    10/06 - Sábado

    9h às 10h – Comunicação e Blogosfera na América Latina

    10h às 12h – Rodas de conversa
    Roda 1: A mulher na mídia
    Roda 2: Diversidade e comunicação
    Roda 3: A relação da grande imprensa e o genocídio

    12h – Almoço Das 13h30 às 15h –

    Oficinas - 15h30 às 17h

    17h às 18h – Mesa final: Golpes ontem e hoje, 1964 e 2016

    Assista à transmissão ao vivo: 

     

    Portal CTB com Barão de Itararé

  • Em tempos que fake news é capaz de convencer pessoas e eleger presidente, resta a comunicação alternativa criar diálogo com a sociedade, denunciando a conjuntura política instalada pelo governo Bolsonaro. Para promover o debate, será realizado em São Paulo, o 4º Curso Nacional de Comunicação do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, entre 29 e 31 de julho.


    Nos três dias do curso serão tratados assuntos que têm pulsado a sociedade atual. Mídia independente, ativismo digital, serão temas abordados por debatedores experientes nas áreas de comunicação, economia, juventude, Internet e mundo do trabalho. 


    O economista Márcio Pochmann, fundador da Fundação Perseu Abramo, os jornalistas Leandro Fortes e Fernando Morais, o sociólogo Sérgio Amadeu e o ator e diretor, Sérgio Mamberti, a ex presidente da UNE, Carina Vitral e a atual vice presidente, Jessy Dayane, estão entre as presenças confirmadas. 


    As inscrições estão abertas através do site da instituição. Quem não puder acompanhar as atividades presencialmente, o Barão de Itararé oferecerá o curso na modalidade online, por streaming exclusivo aos inscritos. Não deixe de participar.

  • A Escola DIEESE de Ciências do Trabalho realizará, em 19 de janeiro e 2 de fevereiro de 2019, o curso de extensão Economia para Jornalistas e Profissionais de Comunicação.

    O objetivo é melhorar a compreensão a respeito dos principais aspectos da conjuntura econômica e, consequentemente, facilitar a tradução e a comunicação para o público. 

    Mais informações aqui.

    view

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil lança às 0h desta quarta-feira (6) um projeto inovador, que tem por objetivo aprimorar a comunicação da Central e unificar a orientação política para os Estados: o Jornal Diário Digital.

    O veículo tem como objetivo resumir as principais notícias do dia, segundo noticiadas pela CTB. Segundo o presidente da Central, Adilson Araújo, o veículo será mais uma ferramenta na construção da unidade da classe trabalhadora. "A edição diária servirá como ferramenta ágil para a divulgação em todo o país das lutas da classe trabalhadora. É uma importante iniciativa para a construção da Rede Nacional de Comunicação da CTB", avaliou.

    Para Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, "a nova ferramenta, que poderá ser impressa em qualquer copiadora, tem o potencial de alcançar os mais distantes rincões do país. Aqui no Pará, por exemplo, já vamos imprimir o jornal para distribuir em Rio Maria, cidade com grande tradição de resistência e lutas".

    Você pode baixar a primeira edição do Jornal Digital da CTB CLICANDO AQUI, e acompanhar futuras publicações através DESTA PÁGINA.

    Toque de classe

    A nova ferramenta também abre espaço para que os Classistas possam publicar artigos e opiniões (1800 toques) sobre os mais variados temas. O objetivo é que este espaço se converta em mais uma tricheira para o enfrentamento da luta política e ideológica.

    "Ter um espaço de debate com conteúdo de classe contribuirá muito para a longa batalha política em curso", acentuou Adilson Araújo ao ressaltar a importância desta nova ferramenta para Central.

    Os interessados deverão enviar suas propostas para: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    Portal CTB

  • O título deste breve artigo também poderia ser: "Até quando o movimento sindical vai seguir subestimando a importância da comunicação?" Ou, "Até quando o movimento sindical continuará apostando em estratégias de comunicação superadas há mais de 20 ou 30 anos?"

    Há muito tempo, temos tentado chamar a atenção sobre o anacronismo que caracteriza a comunicação praticada pelas entidades sindicais. São, em geral, modelos totalmente superados, que pouco ou quase nada conseguem frente à complexa disputa simbólica que há na sociedade e, sobretudo, nas relações entre capital e trabalho.

    O movimento sindical brasileiro, com raríssimas e honrosas exceções (sim! existem excelentes trabalhos de comunicação no movimento sindical, mas são pouquíssimos!), não compreende a dimensão estratégica da comunicação nas disputas sociais. Na maioria dos sindicatos, a comunicação é tratada de forma secundária e meramente instrumental - é velha, na sua gestão e execução. 

    Tampouco se percebe vontade política nas entidades para contribuir, de forma decisiva, na construção ou no fomento de canais alternativos de comunicação para a sociedade; ou de participação ativa na luta e nos movimentos pela democratização do sistema de comunicação altamente excludente e antidemocrático existente no país. 

    Os dirigentes sindicais precisam saber que não sabem

    Os dirigentes sindicais ainda acreditam que a transmissão do DISCURSO DURO e a "sua verdade" são suficientes para conquistar “os corações e as mentes” da classe trabalhadora, menosprezam, assim, a FORMA e os CANAIS adequados à mensagem. 

    Muitos dirigentes sindicais (nem todos, mas quase todos) não valorizam a inteligência, nem os profissionais da área, e desconhecem completamente as habilidades complementares que formam o "modus-operandi" da comunicação e suas especificidades (jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas). Não raro, acreditam saber mais que aqueles que se formaram para trabalhar na área. Além disso, negligenciam aspectos centrais que caracterizariam uma política de comunicação avançada, moderna e capaz de superar o atraso existente no meio sindical. 

    Cito aqui alguns destes aspectos, absolutamente decisivos para uma política de comunicação que queira realmente fazer a diferença em uma entidade sindical, mas que raríssimas possuem: 

    • o uso de PESQUISAS de opinião qualitativas e quantitativas para conhecer melhor e com mais profundidade os trabalhadores e as trabalhadoras, seus anseios, dificuldades, necessidades e opiniões; 
    • a necessidade da gestão de IMAGEM da entidade sindical, ou seja, saber como ela é percebida pela base e pela sociedade em geral, e o que fazer para que esta imagem seja alterada positivamente; 
    • a importância fundamental da unidade entre FORMA e CONTEÚDO em um sistema de comunicação, tendo em vista a complexidade que há na relação entre estes dois elementos, e a questão estética e simbólica na comunicação; 
    • a necessidade de um SISTEMA de comunicação sindical, em cada entidade, com a definição precisa dos canais de comunicação para se atingir e dialogar de forma efetiva com a base e a sociedade (o que é crucial para a já citada gestão da imagem); 
    • as relações com a chamada "grande mídia": como utilizar e disputar estes espaços (isto também é, em geral, fazer política); 
    • participar ativamente de uma agenda efetiva pela construção de mídias alternativas e integradas com as lutas sociais dos trabalhadores e da sociedade: portais de informação, blogs, TVs e rádios comunitárias, jornais locais, grupos de discussão, iniciativas culturais, coletivos, etc; 
    • e, JUNTO DISSO TUDO, o novo desafio que é constituir inteligência e ter políticas de comunicação para as REDES SOCIAIS, o que exige ainda mais compreensão sobre o seu funcionamento, domínio de dados, tecnologias e AINDA MAIS INVESTIMENTO por parte das entidades.

    A letargia, quando vai acabar?

    O movimento sindical, ainda hoje - após um ano da implementação da reforma trabalhista - está mais para "um trem desgovernado" do que para aquilo que a nova realidade impõe: a reinvenção da ação sindical, o que passa, necessariamente, por uma nova relação simbólica com as bases e a sociedade. 

    O problema também está ai: a comunicação faz parte daquelas ações estratégicas que dependem de clareza sobre posicionamento e rumo, perspectivas de médio e longo prazos. Se as entidades sindicais têm tido dificuldades para engendrar as mudanças que necessitam agora e para o futuro (sim, qual é o futuro?), isto tende a ser uma dificuldade adicional para a comunicação. Se você não sabe direito para onde vai, como vai saber o que e como comunicar? E o que fazer com sua imagem?

    Quando o movimento sindical necessitou mais de comunciação? 

    Nos setores de comunicação dos sindicatos, pouco tem se percebido de iniciativas novas ou reação por parte das entidades. Não há nenhuma reinvenção à vista, embora fosse necessária em função da nova realidade que se impôs com a reforma trabalhista! O termo “disrupção” e seu conceito tão em voga hoje em dia nos mais diversos setores da sociedade tem passado longe. O que os profissionais da área estão vivendo é uma brutal diminuição nas já precárias estruturas de comunicação e nos investimentos. Muitos jornalistas e comunicadores estão sendo demitidos ou (com sorte) precarizados. 

    Porém, aqui reside uma evidente contradição: Quando o movimento sindical necessitou mais de comunicação do que neste momento? 

    Não dá para desconhecer que, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência, com foco no Índice de Confiança Social (ICS) das instituições brasileiras, divulgada em agosto de 2018, o nível de confiança nos sindicatos estava no menor patamar dos últimos 10 anos. Em uma escala de 0 a 100, era de apenas 35 pontos. 

    Outro dado importante é o que trouxe pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que apontou que, em 2015, apenas 19,5% dos trabalhadores brasileiros eram sindicalizados. O estudo mostrou que o principal motivo para a não associação era desconhecer qual sindicato representava a categoria! Somente aqui reside um brutal problema de comunicação, em escala gigante!

    Dentre os trabalhadores não sindicalizados, 26,4% afirmaram que não sabiam qual era a sua entidade representativa. Outros 23,6% disseram que não se sindicalizavam porque o sindicato não oferecia serviços que lhes interessavam. Já entre aqueles que se filiaram a algum sindicato, 50,8% disseram que se associaram por acreditar que a entidade defendia os direitos dos trabalhadores e 79,1% não usavam os serviços oferecidos pelos sindicatos.

    Os dois exemplos servem para reforçar a necessidade de uma política de comunicação ESTRATÉGICA, que seja capaz de enfrentar o problema do necessário reposicionamento de imagem das entidades sindicais, bem como mostrar para que serve o sindicato, o que faz pelos trabalhadores e trabalhadoras, por suas famílias. 

    Isto se torna ainda mais urgente agora, num momento em que as narrativas do mercado e do governo (o atual, e o que vai assumir) caminham no sentido de "vender" como positiva a ideia ultraliberal de que o trabalhador não necessita de Estado, nem de sindicato. E que as relações de trabalho podem ser resolvidas em negociação direta e individual com o patrão.

    Por isso, é muito importante (muito mesmo!) o reposicionamento de imagem e da ação sindical das entidades. Os sindicatos necessitam estar fortalecidos e ter perspectivas diante das novas dificuldades e dos novos desafios. Isto passa, sobretudo, por encontrarem um novo equilíbrio para sua manutenção. Fala-se que um patamar ideal de sustentabilidade para as entidades inicia com cerca de 60% da categoria associada. E a experiência mostra que quando há confiança no sindicato, a filiação é um processo natural. Olha ai de novo a necessidade da gestão da imagem!

    Ou seja, para garantir a sua sobrevivência, os sindicatos necessitam de reposicionamento estrutural e de imagem. Isto implica na urgente ampliação no número de sócios com campanhas bem estruturadas e bem resolvidas quanto às suas estratégias de comunicação.

    O sucesso de uma campanha de sindicalização depende de vários fatores, mas os principais são: se o apelo e a narrativa da campanha estão bem construídos (bem sintonizados quanto às expectativas da base e em relação à conjuntura); e se a imagem da entidade e de seus dirigentes, direção executiva e de base, são boas. Para que sindicato? O que o trabalhador ganha ao ser sócio? São questões aparentemente simples, mas difíceis de serem respondidas na atualidade.

    A nova cultura da comunicação e os sindicatos

    Um grande desafio é atualizar os sistemas de comunicação das entidades, com investimento “pesado" na utilização das redes sociais e suas novas ferramentas, além de promover a sintonia da luta sindical com a nova cultura da comunicação.

    A recente eleição presidencial mostrou o quanto as redes sociais cresceram e o grau decisivo que possuem na vida das pessoas. Mais do que processos de comunicação, elas permitem processos de organização.

    O Facebook atingiu a marca de 127 milhões de usuários ativos no Brasil, segundo dados do primeiro trimestre de 2018. Destes, 90% usam a rede a partir de dispositivos móveis, principalmente smartphones.

    Já o WhatsApp está com mais de 120 milhões de usuários ativos no país. O Instagram, que tem crescido muito no Brasil, já supera os 50 milhões de usuários, e o Twitter conta com cerca de 41 milhões de usuários.

    Em que pese, nos últimos tempos, o Facebook e a Cambridge Analytica estarem no centro da acusação das redes sociais serem inimigas da democracia. A Cambridge Analytica teria usado informações pessoais de milhões de usuários do Facebook para configurar campanhas de propaganda política, manipulando as emoções dos eleitores, em casos como o das presidenciais de 2016 nos EUA, ganhas por Donald Trump. Ou no caso mais recente das eleições no Brasil, com a utilização massiva das redes sociais, especialmente do WhatsApp, na difusão de notícias falsas que beneficiaram a eleição de Bolsonaro, cabe destacar a urgente necessidade de o movimento sindical brasileiro dominar as novas tecnologias e utilizar as novas plataformas de maneira efetiva na relação com os trabalhadores e a sociedade. E isto necessita de investimento!

    O que fazer?

    Mais do que nunca, o principal desafio da luta social no momento que vivemos é buscar um "mergulho na base". Recuperar representatividade, diálogo e força junto aos trabalhadores e à sociedade. Isto é possível, mas não se pode mais perder tempo. É preciso fazer a mudança!

    No caso do movimento sindical, dois desafios imediatos se inter-relacionam: a luta de resistência diante dos ataques aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, e a necessidade de construir um novo modelo de atuação, representativo e sustentável frente ao fim do imposto sindical e aos ataques que visam o enfraquecimento das entidades. Existe um ponto de equilíbrio sustentável que precisa ser encontrado, isto passa pela ampliação no número de sócios e a modernização da gestão das entidades.

    Só que as velhas estruturas não servem mais e, provavelmente, não sobreviverão! É necessária uma rápida reinvenção, com entidades mais modernas, representativas e ampliadas horizontalmente, com capacidade de representar e organizar não só as bases diretas e constituídas - os empregados -, mas também o precariado, os desempregados.

    É necessário construir novas formas de contato com os trabalhadores e a sociedade. O velho modelo dos anos 1980, das assembleias (e somente presenciais), está superado faz tempo. Elas ainda são muito importantes, mas hoje é possível constituir outras formas, tais como: ações sociais, programas de formação, oficinas culturais, programas de solidariedade mútua, estruturas de comunicação alternativas, grupos de mães, cinema comunitário, atividades de lazer, são algumas das novas possibilidades (nem tão novas assim!).

    Estamos vivendo uma era de comunicação e subestimar isso pode ser fatal. Não basta ser, tem que parecer ser! A comunicação é, portanto, elemento decisivo e estratégico para a luta social dos trabalhadores - e não um mero instrumento. 

    É preciso recuperar o terreno perdido. Reconectar-se com os trabalhadores, firmar e ampliar os laços do sindicato com a base e a sociedade e fazer a disputa de narrativa com os setores conservadores. Fortalecer a necessidade da luta coletiva, da solidariedade, da união, de que é preciso estar juntos - ao lado do sindicato - para resistir e defender os direitos. O modelo que querem implantar no Brasil é, cada vez mais, o da relação individual do trabalhador com seu patrão, sem a mediação e a representação do sindicato.

    Atualizar a comunicação sindical e colocá-la em um novo patamar, capaz de enfrentar os desafios atuais da disputa simbólica na sociedade requer decisão política, mudança de compreensão, planejamento e investimento. Valorizar profissionais e a inteligência da comunicação. É preciso se comunicar com a sociedade de uma forma nova, criativa, organizada e estratégica e, PLENA com as novas tecnologias.

    Ou será que é possível o movimento sindical enfrentar seus enormes e novos desafios sem comunicação?

    * Clomar Porto é jornalista e especialista em gestão estratégica da comunicação.

  • As secretarias da Mulher Trabalhadora, Juventude Trabalhadora, Igualdade Racial, Políticas Sociais, Formação e Cultura e Comunicação realizaram o Encontro Nacional da CTB: Visão Classista sobre a Diversidade Social para planejar as campanhas sobre a igualdade entre os gêneros, as gerações e as cores deste país, de ampla diversidade.

    Encontro visao classista ctb 2016 11 19

    No primeiro dia, o encontro ocorreu na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, no centro da capital fluminense (saiba como foi aqui). Já no sábado (19) os debates continuaram na colônia de férias do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro.

    Os 100 participantes inscritos dividiram-se em quatro grupos: igualdade racial, mulheres, juventude e políticas sociais e cidadania. Cada grupo encaminhou as suas propostas específicas levadas à plenária final.

    Mônica Custódio, secretária de Promoção da Igualdade Racial da CTB 

    Mônica Custódio, secretária de Igualdade Racial ficou responsável por redigir as conclusões finais num documento a ser debatido pelas estaduais rumo ao 4º Congresso da central no ano que vem, quando a CTB comemora 10 anos.

    Os participantes ressaltaram a importância do enfrentamento à mídia burguesa hegemônica na sociedade brasileira. Além disso, foram reforçadas as bandeiras contra o machismo, a violência, a discriminação e a opressão, com uma comunicação de massa mais contundente.

    Bandeira ctb mastro colonia comerciarios rj 2016 11 19

    Também se definiu amplo apoio aos movimentos da juventude em defesa da educação pública e por mais espaços e dos LGBTs pela cidadania plena. Além de intensificar campanhas de combate à violência contra as mulheres, de intolerância religiosa e de combate ao racismo, tão intenso nas redes sociais e nas ruas.

    Jesus Cardoso, presidente do Sindmetal-RJ 

    No domingo (20) – Dia Nacional da Consciência Negra – os participantes realizaram um ato no Rio de Janeiro para celebrar a data e denunciar a segregação a que os negros e negras ainda são submetidos no Brasil de ponta a ponta.

    Acesse o álbum de fotos aqui.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy