Sidebar

27
Qui, Jun

Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência

  • Florianópolis amanheceu parada nesta segunda-feira (19). Tudo começou com a paralisação das trabalhadoras e trabalhadores do transporte público já às 4h da manhã. “As centrais sindicais participaram das manifestações colaborando com os companheiros rodoviários parando o transporte público na capital catarinense”, diz Odair Rogério da Silva, presidente da CTB-SC.

    O cetebista conta que a manifestação foi ganhando adesões na Praça de Lutas, próxima ao terminal de ônibus central e às 11h ocorreu uma caminhada denunciando “os malefícios da reforma da previdência para a população”, afirma.

    O protesto terminou em frente â agência do INSS. Silva garante que haverá uma manifestação ainda maior às 16h no centro de Florianópolis. “Criciúma e Chapecó também realizaram grandes atos neste Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência”.

    Portal CTB

  • A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) possibilita em seu site que todas as pessoas possam enviar e-mail aos deputados federais contra a reforma da previdência.

    "O governo apresentou uma nova emenda aglutinativa para a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287/16, da reforma da previdência, porém continua com os mesmos ataques aos trabalhadores previstos na proposta original.

    O texto deve entrar na pauta de deliberação da Câmara dos Deputados no dia 19 de fevereiro, com votação final prevista para o dia 28 de fevereiro. É preciso intensificar a mobilização junto aos parlamentares para que os votos não sejam alcançados.

    As mudanças na Previdência Social impactarão a todos. O momento é de mobilização e empenho individual e coletivo!", diz texto de apresentação da entidade.

    Aproveite esta oportunidade e pressione os parlamentares. Diga a eles que quem votar a favor da reforma do Temer, não receberá  seu voto nas próximas eleições. Quem votar, não volta!

    Acesse o site da Anfip e mande a sua mensagem a todos os deputados federais ou selecione os do seu estado. Para enviar sua mensagem clique aqui

    Além dessa possibilidade de enviar um e-mail a todos os parlamentares, a Anfip traz um mapa do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) com o posicionamento de todos os deputados aqui

    "Alem de dar a sua contribuição enviando e-mail aos deputados que podem acabar com a nossa aposentadoria, não deixe de participar nesta segunda-feira (19) dos protestos que acontecem em todo o Brasil no Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência", alerta Vânia Marques Pinto, secretária de Políticas Sociais da CTB.

    Marcos Aurério Ruy e Ruth de Souza, de Brasília - Portal CTB

  •  As centrais sindicais ocupam a avenida Paulista na tarde desta segunda-feria (19), em São Paulo, em mais um grandioso ato do Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência. Protagonizados pela CTB, os protestos começaram bem cedo em todo o país. O recado está dado aos parlamentares:"Se votar, não volta". 

    Onofre Gonçalves de Jesus afirma em depoimento à repórter Joanne Mota que a expectativa é de que o ato reúna 50 mil pessoas na avenida mais famosa do país. "Está claro que o povo não quer essa reforma proposta pelo presidente golpista Michel Temer", reforça. Porque "essa reforma acaba com o sonho do povo brasileiro de ter uma aposentadoria digna". 

     manifestacao paulista claudete

    Assista Onofre Gonçalves de Jesus, dirigente nacional da CTB

    manifestacao ctb paulista 2018 02 19

    Portal CTB - fotos: Joanne Mota

  • No Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, segunda-feira (19), as centrais sindicais unidas levaram para as ruas de Belém, capital do Pará, mais de 10 mil trabalhadoras e trabalhadores.

    A Frente Brasil Popular no estado, a CTB-PA, a CUT, Intersindical, CSP-Conlutas, Força Sindical e CSB, se somaram aos movimentos sociais paraenses para dizer aos parlamentares que se votar, não volta.

    O ato saiu da Secretaria de Estado de Administração Pública do Pará (Sead) e seguiu em caminhada pela rua Almirante Barroso e terminou em frente do Mercado de São Brás.

    Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, conta que “ainda na SEAD, as entidades sindicais dos servidores públicos do Pará protocolaram sua pauta unificada de solicitação de reajustes salariais e um conjunto de reivindicações dos servidores e de defesa do serviço público”.

    O presidente da Federação dos Servidores Públicos Estaduais do Pará (FSPEPA), afirma que "é um total desrespeito do governador do Pará, Simão Jatene (PSDB) não receber uma comissão para protocolar a nossa pauta de reivindicações".

    De acordo com o sindicalista, a representante do governo do estado recebeu a pauta pelo lado de fora da Secretaria de Administração, sem aceitar a entrada de uma comissão dos sindicalistas.

    Reforma da previdência

    ctb pa manifestacao previdencia

    O Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, em Belém, levou aproximadamente 10 mil manifestantes às ruas, com bandeiras, faixas, cartazes, máscaras, muita animação e disposição de resistência aos desmandos dos governos municipal, estadual e federal que deixam os trabalhadores e trabalhadoras sem reajustes salariais, além de promover o desmonte da Previdência Social.

    Além de levar para as ruas essas bandeiras da classe trabalhadora “gritamos palavras de ordem em defesa de uma Belém mais bem cuidada e com segurança para a população”, diz Rezende.

    Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte de Valores e Escolta Armada do Pará e secretário geral da CTB-PA, Antônio Cláudio Campos de Aquino, "os cetebistas responderam ao chamado da central e tiveram destacada presença no ato".

    De acordo com Aquino, "a CTB foi protagonista nas manifestações com suas bandeiras, denunciando os ataques à previdência, avisando aos parlamentares federais que 'quem votar, não volta' em 2019".

    Portal CTB com informações da CTB-PA

  • As centrais sindicais darão nesta sexta-feira mais uma demonstração de unidade e disposição de luta em defesa da Previdência Pública e das aposentadorias ameaçadas pela proposta de reforma da Previdência da dupla Bolsonaro/Guedes. Em São Paulo, o Dia Nacional de Luta será encerrado com uma manifestação às 17 horas na Avenida Paulista, para a qual até a UGT, cujos dirigentes estavam reticentes em participar da luta, está mobilizando e deve marcar presença.

    Pela manhã, os presidentes das centrais prometem uma entrevista coletiva à imprensa. Será em São Bernardo do Campo, às 10 horas, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, que será também palco de um ato político após uma caminhada que terá início às 7 horas diante da Mercedes Benz e da Ford.

    Serão realizados atos em cerca de 130 cidades brasileiras, entre elas todas as capitais dos estados, além do Distrito Federal. É consenso entre os dirigentes das centrais que o dia 22 será o pontapé inicial da jornada de luta em defesa da Previdência e das aposentadorias públicas, que deverá acompanhar a tramitação do projeto de reforma enviado por Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional e culminar numa greve geral.

    “Estamos construindo o caminho nesta direção”, declarou o presidente da CTB, Adilson Araújo. “Vamos trabalhar sem descanso nos próximos dias e meses para impor uma derrota ao governo de extrema direita nesta grande batalha que é vital não só para o Palácio do Planalto, que faz o jogo dos EUA e dos banqueiros, mas também e sobretudo para a classe trabalhadora brasileira, que tem muito a perder com a eventual aprovação da PEC 06/2019 (que muda as regras da Previdência)”.

  • Os profissionais do ensino municipal de São Paulo darão aula nas ruas na segunda-feira (19), participando dos protestos do Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência. “Se botar pra votar, o Brasil vai parar” é o mote do protesto.

    A greve foi marcada porque o projeto do Executivo muinicipal passa de 11% para 14% a contribuição ao Instituto de Previdência Municipal de São Paulo (Iprem), com o Projeto de Lei (PL) 621/2016, que também cria a Entidade Fechada de Previdência Complementar do Município de São Paulo (Sampaprev).

    Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin), afirma que as educadoras estarão nas ruas "contra a reforma da previdência de Michel Temer e para barrar os projetos privatistas do prefeito João Doria (PSDB)". Diz ainda que "não aceitaremos que mexam em nossa aposentadoria". Ela lembra que a reforma de Temer aumenta em 10 anos o tempo para as professoras se aposentarem.

    A greve foi decretada pelo Sindicato dos Profissionais em Educação Municipal de São Paulo (Sinpeem). Porque "a proposta de criação do Regime de Previdência Complementar e da Sampaprev foi enviada à Câmara em 2015. Graças à nossa luta e pressão, com a realização de manifestações e greve", diz Claudio Fonseca, presidente do Sinpeem.

    Já Alves afima que "temos cobrado da administração municipal que respeite as profissionais da educação e as crianças. "A educação infantil é um direito constitucional das crianças e nós lutamos para ofererecer o melhor para elas, mas precisamos de condições adequadas de trabalho e as crianças de espaço propício para o seu desenvolvimento pleno".

    Portal CTB. Foto: Foto: Suamy Beudoyn/Futura Press/Estadão Conteúdo

  • As centrais sindicais nacionais deliberaram, na última semana, o Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência - 19 de fevereiro. Em Belo Horizonte, as centrais mineiras se reuniram nesta quarta-feira (7) para discutir e organizar as ações para esse ato.

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Minas Gerais (CTB-MG) convoca sua base a aderir ao movimento e realizar ações nesse dia nos municípios.

    “Unificar forças é fundamental nesse período em que a Reforma volta a tramitar no Congresso Nacional”, disse Valéria Morato, presidenta da CTB-MG.

    Essa reforma acaba com a aposentadoria de milhares de trabalhadores e trabalhadoras do país, por isso, a sindicalista, que também é presidenta do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro-MG), reafirma o compromisso da central em lutar contra a reforma da previdência.

    Ela ressaltou a importância de realizar panfletagens nos locais de trabalho, aeroportos, estações de ônibus e metrô, e propôs que o Dia Nacional de Luta tenha diversas ações, no sentido de esclarecer a população sobre os riscos dessa reforma.

    Durante a reunião foi deliberado que em Belo Horizonte, a manifestação unificada começará às 16h, na Praça 7.

    Bárbara Batista - CTB-MG

     

  • Nesta sexta-feira (16), em Brasília, no auditório do SINPRO-DF, ocorreu a Plenária de Mobilização da CTB e Movimentos Sociais em Defesa da Previdência, com a presença do presidente da CTB nacional, Adilson Araújo.

    O evento, organizado pela direção da CTB-DF, com a participação de movimentos sociais,  entre eles, UJS e Unegro, discutiu estratégias para as atividades de segunda-feira (19), Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, com atos e paralisações por todo o País.  

    "A situação é dramática e precisamos derrotar Temer e sua quadrilha, que junto com os banqueiros querem escravizar nosso povo mais humilde e abandonar a nossa velhice. Só a derrota da votação pode mudar esse jogo", declarou o Secretário de Relações do Trabalho da CTB, Paulo Vinícius (PV), ao convocar todos à luta contra a reforma. 

    Para Adilson Araújo, a reforma da Previdência é uma reivindicação do mercado, prontamente atendida pelo governo neoliberal de Temer,  que trabalha para entregar o patrimônio do povo às multinacionais.

    "Temos que tomar partido e lutar contra esses desmandos promovidos pelo governo Temer. Estamos diante de um processo de neocolonização do Brasil. Essa agenda ultraliberal coloca o nosso país de cócoras aos interesses do imperialismo norte americano, do grande capital estrangeiro. Essa classe dominante não está disposta a discutir taxação de grandes fortunas. Essa burguesia não tem interesse em preservar o pouco de patrimônio público que se construiu a duras penas. O que eles querem é a liquidação total, é tornar o Brasil um país totalmente subordinado", destacou o dirigente durante a sua fala no evento.

    Na capital federal as manifestações ocorrerão durante todo o dia, com mobilizações no aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, na Rodoviária do Plano Piloto e no Museu da República. 

    Confira a programação:

    Dia Nacional de Luta Contra o Fim da Previdência Social
     
    6h30: Aeroporto
     
    10h: Anexo II da Câmara dos Deputados
     
    17h: Museu Nacional da República



    De Brasília,  Ruth de Souza  - Portal CTB

     

  • Nesta segunda-feira (19) - Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência - as centrais sindicais de Santa Catarina unidas realizam um grande ato na Praça de Lutas (ao lado do Ticen), em Florianópolis, às 16h para "barrar a contrarreforma do presidente golpista Michel Temer que acaba com a nossa aposentadoria", diz Odair Rogério da Silva, presidente da CTB-SC.

    Silva garante que em Santa Catarina inúmeras categorias paralisarão as atividades nesta segunda em favor de "uma aposentadoria diga para todas e todos". De acordo com ele, "estaremos nas ruas mais uma vez contra essa reforma que privilegia banqueiros e ricaços e prejudica a maioria da população que produz a riqueza deste país e já enfrenta uma reforma trabalhista que introduz a escravidão moderna no mundo do trabalho". E ainda, diz,  "pretendem tirar o nosso direito à aposentadoria. Não vamos permitir".

    ctb sc defesa da aposentadoria

    O cetebista lembra que a CPI da Previdência mostrou que não existe déficit na Previdência e que grandes empresas devem bilhões, principalmente banqueiros. "Basta cobrar a dívida desses grandes empresários que a Previdência fica sanada. Não é justo jogar nas costas da classe trabalhadora a dívida de ricaços", reclama.

    ctb sc reforma previdencia

    Por isso, Silva convoca a população catarinense e se manifestar nesta segunda contra a reforma da previdência do presidente golpista Michel Temer.

    Marcos Aurélio Ruy - Portal CTB

     

     

  • Às 5h da manhã, desta terça-feira (6), dezenas de sindicalistas realizaram manifestação contra a reforma da previdência do governo de Michel Temer, no Aeroporto de Vitória, no Espírito Santo. “Demos o nosso recado aos deputados”, diz Josandra Rupf, secretária de Educação e Cultura da CTB-ES. “Se votar não volta, dissemos a eles”. O protesto só terminou às 9h30.

    ctb es aeroporto vitoria

    Com medo de encarar os manifestantes nesta terça, vários deputados embarcaram na segunda. “Só queria dizer a esses fujões que não adiantou nada irem para Brasília antes. Estamos de olho no voto de cada parlamentar e faremos campanha contra todos os que querem acabar com a nossa aposentadoria”, finaliza.

    Os sindicalistas garantem mobilização total para o Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, na segunda-feira (19).

    Portal CTB

    Assista vídeo da marchinha "Vota, mas não volta" 

  • Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo convoca a todas e todos a marcarem presença no Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, na segunda-feira (19). "Essa luta é de todas nós porque mexe com o direito fundamental de toda a classe trabalhadora que é o de ter uma aposentadoria digna", afirma.

    Ela convoca as educadoras e os educadores da infância do município de São Paulo a comparecerem ao vão do Masp, na avenida Paulista às 15h para "uma grande manifestação para enterrar de vez essa proposta de Michel Temer acabar com a nossa aposentadoria e também enterrar a proposta do prefeito João Doria que joga nas nossas costas o ônus de problemas na gestão de nossa Previdência. Não é justo que paguemos pelos erros deles", afirma.

    Assista a convocação feita por Claudete Alves: 

    "Nesta segunda, o Sedin estará nas ruas mais uma vez defendendo a educação da infância e o nosso direito ao trabalho decente e à a aposentadoria sem perdas e danos", conclui a presidenta do Sedin. Ela diz ainda que a partir das 6h da manhã,estarão marcando presença no Aeroporto de Congonhas mostrando aos parlamentares que "se votar, não volta".

    Marcos Aurélio Ruy - Portal CTB

     

  • Com uma assembleia unificada, os servidores públicos do estado de Sergipe iniciaram hoje (5) um movimento de luta pela reposição salarial e pagamento em dia dos salários de aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa. Durante a manifestação, que aconteceu na Praça da Bandeira, na frente do prédio sede do Sergipe Previdência, os servidores fizeram uma Via Sacra e aprovaram adesão à greve geral do Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência – 19 de fevereiro.

    Os atos ocorridos nessa manhã tiveram o apoio e a participação decisiva de três centrais sindicais - a CTB, CUT e Nova Central – que se uniram para fortalecer o movimento dos servidores do estado. Diversas categorias participaram da manifestação, a exemplo dos trabalhadores da Saúde, Educação, do Fisco e da Emdagro, enfermeiros e auxiliares de enfermagem, professores, assistentes sociais, engenheiros, policiais civis, psicólogos e nutricionistas.

    Quebrado

    Eles ocuparam a Praça da Bandeira para dizer que não aceitam mais o parcelamento e o atraso no pagamento dos salários, e exigem do governo a reposição salarial. Há cinco anos, os vencimentos estão congelados. Numa demonstração de total insatisfação, os professores aposentados fizeram uma Via Sacra ao redor da praça denunciando o sofrimento dos servidores públicos com o descaso do governo.

    O presidente do Sindifisco, Paulo Pedroza, disse que o Fisco está em greve e só retorna ao trabalho após a regularização do pagamento dos salários. Pedroza contestou o argumento do Estado de que está quebrado. “O governo alega uma crise, mas não abre as contas. Ele não o faz e ainda, de forma descarada, manipula os dados”, enfatizou.

    Enrolação

    Segundo Pedroza, a folha bruta de pessoal aumentou em 15%, de 2012 até 2016. “Sabe quanto cresceu de dezembro de 2016 a dezembro de 2017? Cresceu 14%. Isso porque o governo não pagou o 13° salário em dezembro de 2017, mas lançou na sua contabilidade o 13º na integralidade, aumentando a folha de pessoal em R$ 200 milhões em 2017, um crescimento irreal. Portanto, esse é o momento do enfrentamento. Chega da enrolação”, salientou.

    Durante a assembleia unificada, o presidente do Sinter-SE, Paulo Alves, denunciou uma quebra de acordo, firmado em 1991 com o Estado, que reduzirá os salários dos servidores da Emdagro em até 40%. “O governo lançou um pacote de maldades, reduzindo o turno de trabalho de algumas empresas da 8 para 6 horas, com redução salarial. Nós não aceitamos essa arbitrariedade”, disse.

    Falta de compromisso

    Roberto Santos, dirigente da CUT e do Sintese, defendeu a união dos servidores contra a eleição do governador e de seus aliados no pleito deste ano. “Eles vêm massacrando os servidores há quatro anos, e só nós sabemos o que estamos sofrendo sem um centavo a mais no salário, e com atrasos e parcelamentos de um governo que não tem compromisso com o serviço público”, afirmou.

    Para o presidente da CTB-SE, Adêniton Santana, a manifestação ocorrida na manhã de hoje foi uma demonstração de força e amadurecimento das diversas categorias do serviço público estadual. Ele reforçou a necessidade de se manter a unidade na luta pela reposição salarial e pelo pagamento dos salários em dia.

    Niúra Belfort - CTB-SE

     

  • O Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, amanheceu tomado por sindicalistas e representantes dos movimentos sociais com o objetivo de barrar a reforma da previdência, marcada para ser votada na segunda-feira (19), justamente o Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência das centrais sindicais. "Estamos aqui dizendo aos parlamentares que se eles votarem com o Temer para tirar a nossa aposentadoria, nós vamos tirar eles", diz Paulo Sérgio Farias, o Paulinho, presidente da CTB-RJ.

    "Essa conta não é nossa. As trabalhadoras e os trabalhadores dão a sua cota de sacrificio cotidianemente e querem ver esse país desenvolvido, querem o retorno do emprego que as reformas desse governo estão nos tirando", conclui.

    Para ele, a manifestação superou as expectativas com a presença de todas as centrais sindicais. Paulinho convida a todas e todos a participarem do Ato Contra a Reforma da Previdência nesta quarta-feira (7), às 11h, na esquina da avenida Rio Banco com a rua Sete de Setembro, no centro do Rio. 

    Assista ao protesto no Aeroporto Santos Dumont nesta terça-feira pela manhã. Vídeo da Lab Cultura Viva da UFRJ (Pontão da ECO)

    Portal CTB

  • O dia começa quente em todo o país em defesa de uma aposentadoria digna. Num balanço preliminar, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) mostra forte presença em manifestações no Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, nesta segunda-feira (19) em todo o país.

    Tem CTB, tem luta!

    A classe trabalhadora vai às ruas e luta por seus direitos e por democracia.

    CTB-SP no Aeroporto de Congonhas na capital paulista

    ctb sp aeroporto congonhas reforma previdencia adilson

    ctb aeroporto congonhas sp

    ctb sp aeroporto congonhas claudete sedin onofre sheila

    Transporte público parado em Sorocaba, interior de São Paulo

    ctb sp transporte parado sorocaba

    ctb sp sorocaba

    Transporte parado em Santo André e os trólebus em São Bernardo, no ABC paulista

    transporte parado abc santo andre trolebus

    CTB-RS presente no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre: Se votar, não volta

    ctb rs aeroporto porto alegre

    ctb rs aeroporto porto alegre 2018 02 19

    CTB-BA para Salvador e o transporte parado na Região Metropolitana da capital baiana

    ctb ba salvador parada

    ctb ba salvador parada por aposentadoria

    ctb ba 1

    regiao metropolitanda de salvador transporte parado

    CTB-RJ no Aeroporto Santos Dumont e nas ruas da capital fluminense

    ctb rj

    ctb rj aeroporto santos dumont fechado

    ctb rj xo vampirao

    Construção civil e petroleiros param em Caxias, no Rio de Janeiro

    ctb rj nas ruas

    Bancários em greve no Rio de Janeiro

    ctb rj bancarios greve

    CTB-SE e demais centrais sindicais em grande manifestação em Aracaju

    ctb se ivania pereira manifestacao aracaju

    ctb se shirley morales

    CTB-DF e outras centrais sindicais no Aeroporto de Brasília dando o recado: "Se votar, não volta"

    ctb df aeroporto brasilia

    ctb df aeroporto brasilia xo vampirao

    CTB-SC participa de manifestações em defesa da aposentadoria

    ctb sc florianopolis

    ctb sc floripa comercio fechado

    Portal CTB

  • Atos públicos na capital e interior, paralisações e uma caminhada pelas principais ruas do centro comercial de Aracaju (SE) marcaram o Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência em Sergipe. Os professores e servidores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) paralisaram as atividades e não houve aula também nas escolas públicas da capital e do estado.

    Liderados pelas centrais sindicais - CTB, CUT, UGT e CSP Conlutas -, os trabalhadores e trabalhadoras sergipanos foram às ruas e disseram não à Reforma da Previdência e ao governo golpista de Temer, e condenaram a intervenção
    federal no Rio de Janeiro.

    Apropriação

    As manifestações tiveram início às 7 horas, com um protesto na frente da agência do INSS, da Avenida Ivo do Prado na capital sergipana. Entidades como a UBM, Cebrapaz e sindicatos de trabalhadores aderiram ao protesto. Durante o ato, a vice-presidenta da CTB e presidenta do Sindicato dos Bancários de Sergipe (Seeb-SE), denunciou a tentativa do governo de se apropriar da contribuição previdenciária dos trabalhadores.

    “Querem se apropriar, inclusive, da parte solidária dessa contribuição que garante àqueles, que não tiveram acesso ao trabalho formal, o direito a um ganho mínimo na sua aposentadoria. Esses mesmos usurpadores querem falir a
    Previdência Social para beneficiar o capital privado”, disse Ivânia Pereira.

    Injustiça

    A líder sindical ressaltou ainda que a luta contra a reforma é de todos os brasileiros, aposentados ou não. “É dos homens, das mulheres e dos jovens que ainda não entraram no mercado de trabalho, porque se permitirmos, eles vão quebrar a Previdência e ninguém mais vai se aposentar”, enfatizou.

    Shirley Morales, presidenta do Sindicato dos Enfermeiros do Estado (Seese-SE), exigiu justiça. “Enquanto alguns legisladores dizem que a população tem que trabalhar mais para ter direito à sua aposentadoria, governantes e
    legisladores se aposentam muito mais cedo. Que injustiça é essa?”, questionou.

    Intervenção

    Após o ato no INSS, os manifestantes fizeram uma caminhada pelas ruas da capital em direção à sede da Superintendência do Ministério do Trabalho e Emprego (SRTE) onde realizaram mais um ato público. O presidente da CTB-SE, Adêniton Santana, condenou a intervenção no Rio e salientou que essa foi uma estratégia do governo para desviar o foco da Reforma da Previdência.

    Para o dirigente sindical, Temer não tem os votos necessários para aprovar a reforma e criou um fato político para ter mais tempo para pressionar os deputados e senadores a se posicionarem a favor do projeto do governo.

    “Nós temos que ter consciência de que a luta da sociedade contra a Reforma da Previdência deve continuar. Vamos manter a mobilização contra essa proposta que penaliza os trabalhadores”, enfatizou.

    Consequências

    A presidente da UBM-SE, Maria da Pureza Sobrinha, avaliou como positiva as manifestações desse dia de luta, principalmente pela participação das mulheres nos atos. "Esse projeto traz consequências maiores para as mulheres, especialmente as trabalhadoras rurais, as domésticas e as  professoras. Elas têm aposentadorias diferenciadas dos demais trabalhadores, mas o projeto acaba com isso. Se a reforma passar, elas não vão mais se aposentar", esclareceu.

    Niúra Belfort - CTB-SE