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Qui, Jun

João Doria Junior

  • A direita mais reacionária da sociedade paulistana mostra a sua cara nestas eleições com atitudes que não aparecem nas campanhas dos seus respectivos candidatos. Celso Russomanno (PRB) tenta censurar os Jornalistas Livres e um ex-assessor de João Doria Junior (PSDB), Luiz Carlos Franco, o acusa de falsidade e perseguição.

    Franco escreve em seu Facebook sobre o candidato do PSDB: “Cruzamos caminhos algumas vezes, e após eu ter investido dois anos de minha vida profissional para torná-lo presidente da Embratur, foi capaz de oferecer seus serviços de agência à TAM – Linhas Aéreas, onde eu trabalhava, o que implicaria – se o comandante Rolim aceitasse – na minha demissão”.

    Já o candidato do PRB entrou com ação contra os Jornalistas Livres para tirar do ar a entrevista com Cleide Cruz, a caixa de supermercado humilhada por ele numa reportagem de 10 anos atrás, exibida pela Band (assista aqui a reportagem do então deputado federal).

    De acordo com os Jornalistas Livres, “o processo está sendo movido por nada menos do que 11 advogados contratados por Russomanno, que solicitou à Justiça a retirada da reportagem do ar antes mesmo que os Jornalistas Livres pudessem apresentar sua defesa” (assista a entrevista com a trabalhadora aqui).

    Explicam ainda que o juiz Sidney da Silva Braga, da 1ª zona eleitoral de São Paulo negou o pedido do candidato, afirmando não enxergar nenhum motivo que justificasse a retirada da reportagem do ar.

    Em relação a Doria, Franco afirma ainda que ele “pediu minha cabeça ao sr. Frias (Octavio), dono da Folha (de S.Paulo), por discordar de artigos que publiquei. Tive certeza da sua fidelidade ao ser informado pelo comandante Rolim sobre sua proposta; e pelo jornalista Adilson Laranjeira, meu chefe à época na Folha da Tarde”.

    Para ele, “Joãodoria45 é tão verdadeiro quanto nota de R$ 30,00, ou como o tingimento de seus cabelos ou o Botox que andou aplicando” (saiba mais aqui).

    Portal CTB com agências

  • Veja a cara de nojo do candidato da elite reacionária paulistana e do governardor Geraldo Alckmin

    Em sua campanha populista para chegar à prefeitura da maior cidade do país, o candidato do PSDB, João Doria Junior, passa vexame em botecos da cidade por suas caras de nojo ao comer salgados e tomar cafezinho e vira piada na internet.

    Mas o pior de tudo está em suas falas. Conhecido empresário defensor de propostas ultrarreacionárias, Doria disse em entrevista que pretende “enxugar” a máquina administrativa, justamente acabando com as sete secretarias das áreas sociais.

    Entre elas a de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial, Juventude, LGBT e de Pessoas com Deficiência. “Um descalabro, a proposta de extinguir secretarias fundamentais para o desenvolvimento de políticas para a melhoria de vida das pessoas que lutam para ter a sua cidadania respeitada”, diz Gicélia Bitencourt, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em São Paulo (CTB-SP).

    “Primeiramente, é importante ressaltar o desconhecimento do candidato sobre a estrutura atual da Prefeitura de São Paulo. As pastas de políticas para Juventude e para LGBT apresentaram políticas consistentes nesta gestão, como o Programa Transcidadania e o Plano Juventude Viva, e são coordenações da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania”, afirma Denise Mota Dau, secretária municipal de Políticas para as Mulheres.

    Para ela, “a extinção destes órgãos representa um retrocesso no desenvolvimento de políticas públicas de combate à desigualdade na cidade de São Paulo e, também, profunda falta de compreensão da importância que estas Secretarias possuem na dinâmica da administração pública”.

    Já o secretário-adjunto de Promoção da Igualdade Racial, Elizeu Soares Lopes, acredita que o candidato desconhece “a dura realidade enfrentada pela população mais pobre de São Paulo”. E questiona: “quanto de fato se economizaria e qual seria o custo benefício? E por que ‘cortar’ nestas áreas específicas?”.

    Angela Meyer, líder estudantil e representante da juventude acha que a própria candidatura de Doria representa um escárnio para a política paulistana. “Ele representa os setores mais reacionárias da elite paulistana e uma vitória sua seria o maior retrocesso que a nossa cidade poderia experimentar”, reforça.

    Ela acredita que a juventude “vai mostrar a sua vontade de continuar avançando em políticas públicas voltadas para os interesses da maioria”. Bitencourt defende a formação de uma frente ampla para derrotar o atraso.

    “No segundo turno as candidaturas progressistas devem se unir em torno de projetos de interesse da classe trabalhadora, da juventude e de todos os setores que podem levar a nossa cidade para um desenvolvimento humano que nos projete para um futuro com mais mobilidade, mais direitos e mais justiça”.

    “Fora Doria, fora Alckmin, fora Temer e fora todos os defensores de retrocessos para a sociedade brasileira. São Paulo precisa dar um exemplo para o país e enterrar de vez essas políticas contra os interesses da classe trabalhadora”, reforça Bitencourt.

    Leia a íntegra da nota da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres

    Em um período de avanços de posições políticas conservadoras, que buscam reduzir direitos e conquistas de grupos historicamente oprimidos na sociedade brasileira, a SMPM toma conhecimento, com muita preocupação, da proposta de corte da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM) da Prefeitura de São Paulo, bem como das Secretarias de Promoção da Igualdade Racial e Pessoas com Deficiência, apresentada por candidato de oposição à atual gestão para a eleição municipal de 2016.

    Primeiramente, é importante ressaltar o desconhecimento do candidato sobre a estrutura atual da Prefeitura de São Paulo. As pastas de políticas para Juventude e para LGBT apresentaram políticas consistentes nesta gestão, como o Programa Transcidadania e o Plano Juventude Viva, e são coordenações da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania.

    A extinção destes órgãos representa um retrocesso no desenvolvimento de políticas públicas de combate à desigualdade na cidade de São Paulo e, também, profunda falta de compreensão da importância que estas Secretarias possuem na dinâmica da administração pública.

    As diversas formas de opressão, como o racismo e o machismo, se manifestam em todas as dimensões da vida (no trabalho, na saúde, na educação, na cultura) e dentro das próprias instituições. Para combatê-las, é necessário um compromisso firme por meio de políticas de Estado (e não apenas de governo), desenvolvidas pelas mais diversas áreas do poder público. A extinção destes órgãos, reduzindo a importância política que estes temas possuem, dificultará a construção de políticas transversais e reduzirá a visibilidade destas temáticas.

    A SMPM foi criada, em 2013, a partir de um processo de grande luta dos movimentos feministas e sociais, em busca de reconhecimento da importância de suas necessidades e demandas pelo poder público municipal; e tem cumprido um papel fundamental na formulação e implementação de políticas públicas especificas para o empoderamento das mulheres e a redução das desigualdades de gênero por elas enfrentadas.

    A constituição desta Secretaria gerou, nos quase 4 anos de existência, importantes resultados para o município, como a ampliação da rede de serviços de enfrentamento a violência contra as mulheres, a construção de políticas para a ampliação da participação políticas para as mulheres e o desenvolvimento de ações para diminuir a desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho.

    Extinguir esta Secretaria é reduzir a importância que as demandas das mulheres e o enfrentamento às desigualdades por elas sofridas tem para a Prefeitura da cidade de São Paulo.

    Portal CTB

  • A Folha de S.Paulo traz uma notícia inusitada. O prefeito da capital paulista, João Doria Junior (PSDB) faz das ruas da cidade, pista de corrida. Ele teve a Carteira Nacional de Habilitação suspensa entre 31 de janeiro e 12 de março por muitas multas, a maioria por excesso de velocidade.

    Talvez por isso, já em sua campanha ele tenha prometido aumentar o limite de velocidade pelas ruas da maior metrópole brasileira. “É um retrocesso que estejamos indo contra um movimento global para segurança viária e que voltemos atrás a uma medida que poderia prevenir a fatalidade em muitos acidentes”, diz Mariana Lorencinho, da ONG Criança Segura, para site Vai de Bike.

    O temor de Lorencinho vai se confirmando com o crescimento dos acidentes de trânsito na cidade, muitos fatais. De acordo com o Infosiga, órgão do governo do estado, em março a cidade teve 87 acidentes com mortes, sendo 43 pedestres que foram atropelados.

    O mesmo órgão informa que esse índice vem crescendo mês a mês. Depois de a velocidade máxima permitida passar dos 50 km horários em todas as vias para 60 km, 70 km e 90 km nas marginais Tietê e Pinheiros, em janeiro foram 60 mortos no trânsito, em fevereiro, 74 e em março, 87.

    Somente no primeiro trimestre deste ano 221 pessoas morreram em acidentes de trânsito. Por isso, “sugerimos que o limite de velocidade em vias urbanas seja de 50 km/h e em vias que estejam em áreas escolares a velocidade máxima seja de 30km/h”, afirma Lorencinho.

    Especialistas informam que esse limite de velocidade é adotado nas maiores cidades europeias e até nos Estados Unidos.

    acidentes fatais sao paulo info g1

    Ciclovias

    O atual prefeito começa também a retirar os 400 km de ciclofaixas implantados pela gestão anterior. “Trecho a trecho, a infraestrutura cicloviária da capital paulista dá sinais de estar sendo desmontada. Aos poucos, em pequenos pedaços, sem muito alarde”, denuncia o Vai de Bike.

    Com a implantação dos 400 km de ciclofaixas, os acidentes com ciclistas diminuíram 46,4% em 2015, na gestão do ex-prefeito Fernando Haddad (PT). Já Doria pretende acabar com as faixas exclusivas e criar ciclorrotas, tirando a separação das bicicletas dos carros, caminhões, ônibus e motos.

    Tanto que em abril deste ano, uma ciclista entregou flores para Doria. "Esta flor é em homenagem aos mortos nas marginais", disse ela. Com a recusa do prefeito em receber o presente, a ciclista colocou as flores no painel do carro e Doria as atirou no chão.

    Já o diretor da ONG Ciclocidade Daniel Guth, disse à Rede Brasil Atual que o fim das ciclofaixas são “preocupantes, porque mais uma vez mostram a falta de governabilidade e a falta de diretrizes para a política cicloviária dessa gestão”.

    A ciclista Salvia Cardoso Correia, de Recife, presta sua solidariedade aos paulistanos. “Solidária e consciente da importância de impedir essa insanidade de desmonte dos avanços obtidos com as nossas ciclovias”, afirma.

    Enquanto Valdir Alves da Silva conta que viajou a Santiago do Chile e ficou “maravilhado com a malha de ciclovias e ciclofaixas da cidade”. Por isso, o ciclista afirma que “o que ele (Doria) quer fazer em São Paulo é andar para trás”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Bruno Trentin/TV Gazeta

  • Prefeito de São Paulo  (PSDB) limitou o direito estudantil até quatro embarques por dia

    As entidades estudantis, UNE, UBES, UPES, ANPG e UEE-SP estão convocando os estudantes para um protesto com concentração em frente à Prefeitura de São Paulo, nessa quarta-feira (12.07), a partir das 15h.

    Confirme presença: Leia aqui a nota da UEE-SP na íntegra

    Os estudantes vão para as ruas, mais uma vez, em defesa da mobilidade urbana e da garantia do direito ao passe-livre estudantil.

    No último sábado (08/07), a Prefeitura de São Paulo, divulgou novas regras do benefício que limitam o tempo de embarque e as cotas mensais. Antes, o estudante poderia fazer até oito embarques durante as 24 horas do dia, gratuitamente, o que facilitava a vida principalmente para os que moram mais longe.

    Com a nova regra a partir de 1º de Agosto, conforme publicado no Diário Oficial, serão duas cotas diárias, com duração de duas horas, sem exceder quatro embarques.

    A publicação prevê ainda que as cotas poderão variar, conforme a frequência exigida pela instituição de ensino ( de 10 cotas por mês para cursos

    que exijam uma presença por semana a até 48 cotas por mês para curso que exijam cinco presenças por semana).

    A UEE -SP repudia a medida da Prefeitura por alterar o direito já concedido aos estudantes de escola pública, de baixa renda, bolsistas do ProUNI e benefiários do FIES.

    “Não podemos limitar a mobilidade do estudante de acordo com a sala de aula. Sua formação está também nos espaços públicos. Como fica para aqueles alunos que trabalha e estuda?”, questiona Nayara Souza, recém-eleita presidenta da UEE-SP.

    De acordo com a entidade desde o início de seu governo, João Doria demonstra que a juventude, a educação e cultura não fazem parte de suas prioridades, como exemplo a reorganização da virada cultural, o crime de apagar todas as obras de graffiti pela cidade, o seu projeto de privatizar os parques e as novas medidas do Passe Livre Estudantil.

    Leia aqui a nota da UEE-SP na íntegra.

    Por Sara Puerta

  • Como parte dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, inaugura nesta sexta-feira (9), a Casa Rosângela Rigo para encaminhar a locais seguros mulheres em risco.

    Localizada na zona norte, a casa visa atender as mulheres que “não podem voltar para casa o mesmo dia em que denunciou o agressor, pois pode ser morta”, explica Denise Mota Dau, secretária municipal de Políticas para as Mulheres.

    Já a secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Ivânia Pereira afirma que é “muito importante que existam casas como essa que vai ser inaugurada em todas as cidades para dar proteção e acolhimento àquelas mulheres que se voltarem para casa podem ser assassinadas por seus agressores por tê-los denunciado”.

    Ela conta que essa é a primeira casa desse tipo do estado de São Paulo. Isso, diz ela, mostra a “total necessidade de se ter Secretaria de Políticas para as Mulheres em todos os estados e cidades do país”.

    O pior é que o novo prefeito, João Doria, da maior cidade do país já afirmou que vai extinguir a secretaria da Mulher, de Igualdade Racial, Direitos Humanos e LGBT. “Sem essas secretarias, fica muito difícil a elaboração de políticas públicas que atendam às necessidades da maioria da população”, defende Dau.

    spm sp casa da mulher paulistana

    Serviço

    O que: Inauguração da Casa da Mulher Paulistana da zona norte – Casa Rosângela Rigo

    Onde: Rua Castro Maia, 251, Jardim São Paulo

    Quando: Sexta-feira (9), às 10h

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Além de levar ovada em Salvador, o prefeito de São Paulo, João Doria Junior, enfrenta manifestações da população descontente com os cortes de sua gestão em importantes conquistas de setores essenciais para a melhoria de vida das pessoas.

    Nesta quarta-feira (9), os estudantes ocuparam a Câmara de Vereadores contra as limitações ao Passe Livre. As mulheres organizaram um movimento contra o desmonte que o prefeito vem fazendo no combate à violência às mulheres.

    As Mulheres Contra o Desmonte das Políticas de Enfrentamento à Violência se concentram nesta quinta-feira (10), às 14h, na rua Riachuelo, 115, em frente ao Ministério Público com caminhada até à sede da Prefeitura Municipal, no centro da capital paulista.

    “Com o golpe à democracia, a violência contra as mulheres vem aumentando. Imagina se na maior cidade do país, um prefeito elitista e reacionário acaba com todos os órgãos de combate à violência e com as políticas de atendimento às vítimas de agressão”, diz Gicélia Bitencourt, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB-SP.

    Logo que assumiu o mandato, Doria extinguiu a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres e criou dentro da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, uma Coordenação de Políticas.

    “Isso já se refletiu nos serviços e equipamentos disponíveis para atender e dar suporte às vítimas”, afirma Bitencourt. Ela cita o caso da Casa da Mulher Brasileira de São Paulo já está pronta, mas não funciona porque não tem verba.

    “O dinheiro para a Casa da Mulher Brasileira está em Brasília e o prefeito não faz nem menção de pedir”, reforça a sindicalista. Além disso, os Centros de Cidadania da Mulher e o Centro de Referência da Mulher estão ameaçados.

    Bitencourt diz ainda que a manifestação também protestará contra as constantes violações dos direitos humanos promovidas pela prefeitura de São Paulo. “As ações do Doria contra os moradores de rua e na cracolândia são políticas de ‘higienização’ que remontam à ideologia do nazismo”.

    E para piorar, o prefeito corta R4 3,5 milhões nos Centros de Defesa e Convivência da Mulher. “Os cortes orçamentários feitos por ele mostram o caráter elitista e misógino de sua administração, além de limitar o Passe Livre de jovens, ele quer aumentar a idade dos idosos terem esse direito”, diz Bitencourt.

    Ela finaliza argumentando que “a CTB se soma a todas as entidades em defesa dos direitos das mulheres para combater com todas as forças a retirada de conquistas importantes para melhorar a vida das pessoas em São Paulo. Nenhum direito a menos”.

    Serviço

    O que: Mulheres contra o desmonte das políticas de enfrentamento à violência na cidade de São Paulo

    Onde: Em frente ao Ministério Público, rua Riachuelo, 115, com caminhada até a Prefeitura de São Paulo

    Quando: Quinta-feira (10), às 14h

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy⁠⁠⁠

  • São Paulo ferveu na tarde desta quinta-feira (10), com a manifestação das Mulheres Contra o Desmonte das Políticas de Enfrentamento à Violência, que iniciou na rua Riachuelo em frente a Ministério Público e terminou na sede da Prefeitura Municipal de São Paulo. Milhares de pessoas protestaram contra o desmanche promovido pelo prefeito João Doria Junior (PSDB) nas políticas em defesa dos direitos das mulheres, LGBTs e da população mais pobre.

    "Os cortes orçamentários, feitos por ele mostram o caráter elitista e misógino de sua administração, além de limitar o Passe Livre de jovens, ele quer aumentar a idade dos idosos terem esse direito”, diz Gicélia Bitencourt, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em São Paulo (CTB-SP).

    Leia mais

    Mulheres protestam contra desmonte promovido por João Doria nas políticas de combate à violência

    Portal CTB

  • O Sindicato dos Tecnólogos, Técnicos e Auxiliares em Radiologia no Estado de São Paulo (Sinttaresp) tem acompanhado de perto a situação dos profissionais da Radiologia que atuam nas unidades de Assistência Médica Ambulatorial (AMAs).

    Isto porque, o projeto de Reestruturação das Redes de Atenção à Saúde proposto pelo ex-prefeito de São Paulo João Doria pretende fechar as AMAs. O atendimento que até então era realizado nessas unidades passará a ser feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

    Para o Sindicato, ainda há muito inconsistência nas informações relacionadas ao remanejamento dos profissionais que trabalham nessas unidades, bem como no que diz respeito as alternativas para atender a demanda sem sobrecarga de serviço.

    Nossa preocupação está associada ao fato de que caso esse discurso seja sustentado pela Prefeitura, as consequências sejam possíveis demissões de Tecnólogos e Técnicos em Radiologia e a desassistência à população nos serviços de diagnóstico por imagem.

    Os moradores da cidade São Paulo sentem diariamente na pele as dificuldades do atendimento deficiente na área da Saúde e, por isso, é preciso que essa restruturação seja muito bem planejada entre as partes envolvidas.

    Milhares de pessoas serão afetadas por esse projeto, portanto, o mínimo que se espera são que explicações sejam dadas a respeito dessas mudanças. É totalmente inaceitável que os profissionais fiquem à mercê de notícias apenas advindas da imprensa.

    É preciso que a Prefeitura se coloque no lugar dos trabalhadores, que são pais de família e dependem de seus empregos. Até agora nenhum comunicado oficial foi emitido aos profissionais, demonstrando assim uma notável falta de transparência.

    O Sindicato considera essa falta de informações uma “afronta” aos profissionais das Técnicas Radiológicas e espera que essa situação seja resolvida o quanto antes da melhor maneira possível.

    Por fim, informamos que no próximo dia 27, às 13h, na sede do Ministério Público do Estado de São Paulo, acontecerá uma audiência pública, que tem como finalidade tratar sobre o fechamento das unidades e serviços de saúde.

    O auditório do MP-SP fica na Rua Riachuelo, 115, na região central da capital. A presença de todos os profissionais que atuam nas AMAs é fundamental, compareçam!

    Assessoria de Imprensa – Sinttaresp