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Qui, Jun

PL 621/2016

  • Os profissionais do ensino municipal de São Paulo darão aula nas ruas na segunda-feira (19), participando dos protestos do Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência. “Se botar pra votar, o Brasil vai parar” é o mote do protesto.

    A greve foi marcada porque o projeto do Executivo muinicipal passa de 11% para 14% a contribuição ao Instituto de Previdência Municipal de São Paulo (Iprem), com o Projeto de Lei (PL) 621/2016, que também cria a Entidade Fechada de Previdência Complementar do Município de São Paulo (Sampaprev).

    Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin), afirma que as educadoras estarão nas ruas "contra a reforma da previdência de Michel Temer e para barrar os projetos privatistas do prefeito João Doria (PSDB)". Diz ainda que "não aceitaremos que mexam em nossa aposentadoria". Ela lembra que a reforma de Temer aumenta em 10 anos o tempo para as professoras se aposentarem.

    A greve foi decretada pelo Sindicato dos Profissionais em Educação Municipal de São Paulo (Sinpeem). Porque "a proposta de criação do Regime de Previdência Complementar e da Sampaprev foi enviada à Câmara em 2015. Graças à nossa luta e pressão, com a realização de manifestações e greve", diz Claudio Fonseca, presidente do Sinpeem.

    Já Alves afima que "temos cobrado da administração municipal que respeite as profissionais da educação e as crianças. "A educação infantil é um direito constitucional das crianças e nós lutamos para ofererecer o melhor para elas, mas precisamos de condições adequadas de trabalho e as crianças de espaço propício para o seu desenvolvimento pleno".

    Portal CTB. Foto: Foto: Suamy Beudoyn/Futura Press/Estadão Conteúdo

  • Com ampla adesão, a greve continua e as servidoras e os servidores públicos de São Paulo marcham nesta sexta-feira (23), da avenida Paulista para a Câmara Municipal, contra o Projeto de Lei (PL) 621/16 (Sampaprev), que muda a previdência municipal, aumentando o desconto no salário de 11% para até 19%.

    A próxima assembleia acontece na terça-feira (27), às 14h, em frente á Câmara Municipal (Palácio Anchieta, no Viaduto Jacareí, 100, na Bela Vista). “A paralisação está forte e com apoio da população”, diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo.

    Ela conta ainda que “as pessoas entenderam que estamos em greve e nos manifestando nas ruas pela melhoria do serviço público e em defesa de uma aposentadoria decente”.

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    Marcha segue pela avenida Consolação rumo à Câmara Municipal (Foto: Mídia Ninja)

    Até o Tribunal de Contas do Município (TCM) questiona a reforma da previdência proposta pelo prefeito João Doria (PSDB). De acordo com informações do G1, “o TCM afirma que a Prefeitura não justificou a necessidade do aumento da alíquota para diminuir o rombo da previdência. Disse ainda que a reforma vai agravar as perdas salariais dos servidores”.

    Para o TCM, a criação da alíquota suplementar ao desconto da previdência das servidoras e servidores “é inconstitucional e pode ser interpretada como ‘confisco’”, diz a reportagem do G1.

    “Nenhum direito a menos, nenhum desconto a mais” é a palavra de ordem do Sedin. “Não sairemos das ruas até o PL 621 ser arquivado”, reforça Alves. “Até lá, não tem arrego”. Ela acentua que as servidoras e servidores querem “discutir propostas para melhorar a previdência municipal, em vez de aumentar os descontos salariais”.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • As educadoras da infância de São Paulo continuam firmes na greve de todas as servidoras e servidores municipais contra o Projeto de Lei (PL) 621/2016, que afeta a aposentadoria e aumenta os descontos salariais.

    Sedin: "Não tem arrego" 

    A greve unificada das servidoras e servidores públicos, que já dura 19 dias, fez o prefeito João Doria (PSDB) recuar e agendar uma reunião com o Comando de Greve. "Até que enfim o prefeito resolveu conversar com os servidores", diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo.

    Sofia, de 4 anos, manda seu recado a João Doria 

    Ela explica que as trabalhadoras e trabalhadores estão dispostos a "ir até o fim, para barrar essa ameaça aos nossos salários e à nossa aposentadoria".

    As servidoras e os servidores municipais iniciaram a greve no dia 8 de março e já realizaram ao menos sete grandes manifestações pelas ruas da capital paulista. "Enquanto o Doria não tirar o PL 621 da Câmara Municipal nós não saíremos das ruas. Se a previdência municipal tem problemas, a culpa não é do funcionalismo", afirma Alves.

    Ela explica ainda que os grevistas realizam atividades todos os dias, explicando à população os motivos da paralisação, que "mostra compreensão e apoio ao nosso movimento". Por isso, diz que "não tem arrego".

    Manifestação na zona leste na manhã desta segunda-feira 

    Nova assembleia 

    Nesta terça-feira (27), às 13h, em frente à Câmara Municipal, ocorre nova assembleia unificada para definir os rumos do movimento. "Precisamos da participação de todas e todos para enterrar de vez o PL 621". finaliza.

    O Sedin distribiu uma Carta Aberta à População, na qual afirma que "trabalhamos em duas ou mais escolas e por vezes realizamos outros afazeres para complementarmos nossa renda para garantirmos o sustento de nossas famílias. Ao longo da nossa carreira, realizamos diversos cursos como: especializações, mestrado, doutorado, para evolui rmos na carreira do magistério, com investimentos próprios. Os nossos esforços também resultam na melhoria da qualidade da educação pública ofertada para bebês, crianças, adolescentes, jovens e adultos, alunos da rede municipal".

    Leia a íntegra da Carta aqui.

    Portal CTB

  • O Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo realizou manifestação nesta quinta-feira (8), ás 14h, no Viaduto do Chá, em frente à sede da prefeitura da capital paulista. O ato aconteceu porque o prefeito João Doria (PSDB) insiste em votar o Projeto de Lei (PL) 621/2016 sem dialogar com as trabalhadoras e trabalhadores.

    “O prefeito quer a aprovação do PL 621 até o fim de março sem nenhum diálogo”, denuncia Claudete Alves, presidenta do Sedin. Ela explica que esse projeto visa aumentar de 11% para 14% o desconto nos salários, referente à previdência municipal.

    E para piorar, Doria acrescentou artigo estabelecendo descontos complementares que variam de acordo com os salários e podem ir de 1% a 5%, podendo chegar até a 19% de desconto em seu salário. Além de aumentar a contribuição dos aposentados.

    sedin manifestaco previdencia doria

    Alves informa que as educadoras e educadores da infância, juntamente com as demais entidades representativas das servidoras e servidores municipais, decidiram pelo estado de greve, marcando assembleia para a quinta-feira (15), na Câmara Municipal.

    “A hora é de lutar. Temos que barrar essa ofensiva aos nossos salários, prejudicando nossa aposentadoria. Se existe problemas na previdência municipal, a culpa não é nossa e o Sedin tem proposta para que o ônus não seja jogado em nossas costas”, conclui Alves.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • É grave o risco de retirada de direitos das educadoras e educadores do município de São Paulo, bem como de outras categorias do funcionalismo público municipal, caso o Projeto de Lei (PL) 621/2016 seja aprovado. Inclusive ocorre um ato contra o Sampaprev na estação de trens da CPTM Guianazes, zona leste da capital paulista, nesta segunda-feria (19), às 9h30.

    Assista o vídeo: Ao Mestre com Carinho 

    Leia mais

    Sedin realiza assembleia na terça-feira (20) para avaliar a greve em defesa da aposentadoria

    "A situação nos levou à greve, já que o diálogo com o governo municipal não avançou", afirma Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo. "É importante que a categoria esteja firme e consciente nesse período de greve e siga as orientações passadas pelo sindicato, afirma.

    Leia aqui a Carta Abertaaos pais distribuída pelo Sedin.

    Siga as orientações dadas por Claudete Alves, presidenta do Sedin 

    Acompanhe as ilegalidades do PL 621/2016 

    Fonte: Sedin

  • O Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo segue na luta contra o Projeto de Lei (PL) 621/2016, de autoria do Executivo Municipal, ou seja, da prefeitura, que prevê uma série de alterações da previdência dos servidores, entre elas, aumento de alíquota de contribuição de até 19%.

    Em assembleia específica da categoria, realizada em frente à Câmara Municipal durante a manifestação realizada nesta quinta-feira (15), a maioria das pessoas presentes votou pela realização de greve.

    Mãe apoia greve. Assista! 

    Em seguida, uma segunda assembleia que envolveu todas as categorias do funcionalismo público, por meio do Fórum de Entidades, o Sedin acompanhou os demais companheiros e votou por greve. A professora Sheyla Mendes conduziu a assembleia e enfatizou que as educadoras e educadores da infância não sairão das ruas até que a proposta de Doria seja retirada da pauta de votação.

    As educadoras e educadores da infância, portanto, estão em greve até a próxima terça-feira (20), quando em uma nova assembleia da categoria, que será realizada na frente da Câmara Municipal, na qual avaliaremos o andamento e continuidade da luta.

    O Sedin convoca os educadores da infância a engrossarem, nesse mesmo dia e local mais uma manifestação contra a votação do PL 621/2016, que faremos em conjunto com nossa central sindical CTB, e outras entidades sindicais representativas do funcionalismo público.

    Concentração em frente à Câmara Municipal a partir das 10h.

    Clique aqui e veja mais fotos da manifestação

     Audiência pública

    Confira o discurso de Claudete Alves, presidenta do Sedin  

    Milhares de servidoras e servidores tomaram a frente da Câmara Municipal de São Paulo, nesta quinta-feira, para protestar contra a proposta e pedir que seja retirada da pauta de votação. Do lado de dentro ocorria a audiência pública solicitada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, para discutir o projeto ainda está em curso, mas desta vez, o acesso de servidores/professores/as à Casa foi restringido. Por volta das 12h senhas foram distribuídas pela GCM e só foi permitida a entrada de um volume de pessoas respeitando a capacidade do Salão Nobre, onde a audiência foi realizada.

    O Sedin por meio de integrantes de sua diretoria e de educadoras da infância participou ativamente da audiência pública. Claudete Alves, presidenta do Sedin, ao se manifestar na audiência, fez apelo para que os vereadores contrários à proposta usassem de ferramentas como a obstrução para impedir que o PL vá a primeira votação. Claudete reiterou a ameaça e possibilidade de que a base do governo obtenha o número de votos necessários para aprovar o projeto e afirmou que as professoras/es continuarão seu enfrentamento.

    Joélia Aguiar, vice-presidenta do Sedin, em sua fala, pontuou que os números apresentados pelo governo em sua apresentação e defesa da proposta, não estão corretos e não se baseiam na realidade. Afirmação feita também, pelo advogado responsável pelo departamento jurídico do Sedin, Antoniel Bispo.

    Especializado nas causas jurídicas do funcionalismo público municipal, ele disse que enfatizou a necessidade de que as contas feitas pelo governo, nas quais se apoia o PL 621/16, sejam reavaliadas por uma comissão e pelo Tribunal de Contas. Antoniel afirmou que “os números não têm base real de sustentação”.

    Marielle Franco Presente! 

    A indignação pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSol), morta a tiros que a atingiram à queima roupa, enquanto ela estava dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na região central do Rio, por volta das 21h30 da quarta-feira (14), foi expressa por uma série de manifestantes presentes na audiência, entre os quais, a professora Claudete Alves, que emocionada gritou aos presentes até quando mulheres negras e de todas as etnias serão atacadas e mortas impunemente no Brasil. Antes do início da audiência foi feito um minuto de silêncio pela morte de Marielle.

    O Sedin expressa todo o pesar ao assassinato de mais essa mulher guerreira, que lutava em defesa de outras tantas mulheres e contra as desigualdades de gênero, raça e classe social, comuns no Brasil e, sobretudo, no Rio de Janeiro.

    Fonte: Sedin. Foto: Nando LHP