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Seg, Jul

PSB

  • Agora é Haddad para o Brasil voltar a crescer com justiça social (Foto: Ricardo Stuckert)

    Há dias que ficam para a história. O próximo sábado, 20 de outubro, será um deles. Neste dia, através de uma grande mobilização nacional, o povo irá manifestar seu amor pelo Brasil, por essa pátria tão forte quanto diversa. Vamos levantar nossas vozes, em cada cidade, para rechaçar os ataques e ameaças à nossa democracia e aos nossos direitos políticos e sociais.

    Um dos candidatos que disputam o segundo turno se posiciona explicita e orgulhosamente como o representante de tempos sombrios da história brasileira, superados pela resistência e manifestação massiva do povo brasileiro que resultou na redemocratização e na derrota da ditadura militar, que perdurou por 21 anos.

    A candidatura de Jair Bolsonaro apoia a ditadura militar, defende explicitamente a violação dos direitos humanos, questiona os direitos das minorias, e a ocorrência comprovada de torturas. Além disso, ameaça constantemente com a quebra da normalidade democrática. Suas mal apresentadas propostas indicam um projeto político de continuidade e aprofundamento dos ataques aos direitos políticos e sociais do povo brasileiro.

    Nunca na história do Brasil tivemos tanta necessidade de resguardar a Constituição. O nosso voto nesse pleito eleitoral pode impedir que a democracia brasileira fique em mãos perigosas e inescrupulosas, que já deu provas do que representa.

    Do outro lado, temos a candidatura de Fernando Haddad que, neste segundo turno, representa uma Frente Ampla pela democracia, com os apoios dos partidos (PDT, PSB e PSOL) e também de um conjunto de lideranças, artistas, movimento social e cívico que tem como objetivo resguardar a democracia e nossos direitos políticos e sociais impondo uma derrota nas urnas a Jair Bolsonaro e o seu projeto de atraso. Só o voto em Haddad, pode impor essa derrota. Por isso agora todos/as somos #HaddadSim.

    As mulheres foram para as ruas no primeiro turno e com uma imensa manifestação do #EleNão e ajudaram a garantir o segundo turno. Agora é preciso que toda a sociedade civil, mais uma vez, se organize para mostrar a nossa indignação e amor pelo Brasil, resistir e virar o jogo nas urnas no dia 28 de outubro.

    Vamos derrotar novamente todos aqueles que querem tirar os direitos trabalhistas, civis e sociais, aqueles que querem devastar o Brasil e entregar todas as nossas riquezas, como a Amazônia e o pré-sal. Vamos imprimir uma fragorosa derrota àqueles que não querem ver o povo brasileiro com toda a sua diversidade como protagonista de sua história e do país.

    Em defesa do Brasil, da democracia e dos direitos. Vamos às ruas!

    Movimento Mulheres Unidas Contra Bolsonaro
    Frente Brasil Popular
    Frente Povo Sem Medo

  • Os golpistas já davam como favas contadas a admissibilidade do pedido de impeachment da presidenta Dilma. Mas o jogo começou a virar. Tanto que o ainda vice-presidente Michel “vaza” Temer retornou a Brasília voando, com medo.

    Já na noite da sexta-feira (15), o deputado Waldir Maranhão, do Partido Progressista (PP), que há pouco tempo abandonou o governo Dilma, declarou voto contra o golpe e garantiu que leva consigo outros 12 deputados da legenda.

    Inclusive, o jornal Folha de S.Paulo fez matéria reconhecendo que hoje os golpístas não conseguem os votos necessários para aprovar o impeachment. Coisa que a nefasta revista Veja, já tinha reconhecido semana passada.

    A militância do Partido Socialista Brasileiro (PSB) também enviou um manifesto, que leva a assinatura de governadores e senadores do partido, pedindo para a bancada rever seu posicionamento a favor do impeachment.

    "O manifesto é o recado de que a militância não aceita compor governo com Michel Temer. A militância não foi ouvida pelo partido quando decidiu apoiar o impeachment de Dilma", afirma a advogada Fernanda Rosas Pires de Saboia, militante do PSB, que coordenou a coleta de assinaturas.

    Em encontro com Dilma, no Palácio do Planalto, o governador do Ceará, Camilo Santana, garantiu que a bancada cearense na Câmara fechou questão contra o impeachment e, dos 22 deputados, ao menos 17 já confirmaram voto contra o golpe.

    O senador Roberto Requião, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro do Paraná (PMDB-PR), afirma que o impeachment está "totalmente desmoralizado" e por isso 104 deputados deixaram Brasília, desligaram seus celulares e só pensam em retornar na terça-feira (19).

    A deputada Jandira Feghali afirma que o jogo mudou. "Nossa perspectiva melhorou. Muitos votos viraram, eles não terão 342 votos e nós vamos ganhar”. Ela ressaltou a importância da presença dos governadores que foram a Brasília conversar com suas bancadas estaduais, “para mostrar que a estabilidade é a manutenção da democracia”.

    Ouça Kleiton e Kledir "Vira, virou":

     

    Segundo o Brasil 247, ocorre uma verdadeira debandada de votos pró-golpe e por isso o Brasil amanheceu neste fim de semana ao som da canção Vira, Virou, da dupla Kleiton e Kledir. É um sussurro que se ouve em todos os cantos do país e que será entoado a plenos pulmões após a vitória da democracia:

    "Vou voltar na primavera
    E era tudo que eu queria
    Levo terra nova daqui
    Quero ver o passaredo
    Pelos portos de Lisboa
    Voa, voa que eu chego já

    Ai se alguém segura o leme
    Dessa nave incandescente
    Que incendeia minha vida
    Que era viajante lenta
    Tão faminta da alegria
    Hoje é porto de partida

    Ah! Vira virou
    Meu coração navegador
    Ah! Gira girou”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Durante seminário sobre as perspectivas do governo Bolsonaro, as fundações do PCdoB, PT, PSOL, PDT, PSB e Pros lançaram nesta quinta (31), em Brasília, o Observatório da Democracia.

    Acesse o Observatório da Democracia aqui!

    De acordo com texto base de fundação, o Observatório nasce com o compromisso de manutenção da soberania e da democracia no País.

    “A conjuntura cobra absoluto monitoramento do governo atual, com posições em relação a ele, a partir da produção de informações consistentes e verdadeiras”, diz  James Lewis, representante da Fundação João Mangabeira (PSB).

    Frente Ampla em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo

    Durante a tarde o presidente da Fundação Maurício Grabois, Renato Rabelo, comentou a necessidade das forças progressistas de buscarem a construção de uma frente ampla. "Essa visão de frente ampla, nas condições atuais, tem como centro de gravidade, o seu mote, a defesa da democracia ameaçada como posição para o avanço das outras grandes bandeiras. Porquanto o pressuposto da liberdade politica, partidária, sindical, minorias, de organização e mobilização popular é que permite prosseguir na luta pelos direitos do nosso povo e a soberania nacional. As ameaças à liberdade política são explícitas – o governo tem um ímpeto saliente de autoritarismo e tendência fascistizante" destacou Renato.

    "Como se relaciona as forças populares ou uma frente popular, que reúna a esquerda com a frente ampla? Os comunistas do PCdoB, com sua longa experiência nesses períodos antidemocráticos e de restrição às liberdades têm pontuado que o campo popular deve se constituir como um núcleo da frente democrática ampla, procurando indicá-la para as posições oposicionistas mais consequentes. São frentes de conteúdo popular dentro de uma frente maior de perfil democrático. Desse modo, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo devem fazer parte dessa frente sem diluir-se nela, mas sendo uma base de unidade popular dentro da frente maior. Daí a importância da crescente unidade popular" completou o presidente da FMG.

    Ato de lançamento

     

    Ao final do dia, lideranças nacionais dos seis partidos participaram de um grande ato de lançamento do Observatório. As presidentas nacionais do PCdoB, Luciana Santos e do PT, Gleisi Hoffmann, além do ex-candidato a presidente da República Guilherme Boulos participaram da atividade.

    A presidenta nacional do PCdoB e vice-governadora de Pernambuca, Luciana Santos lembrou que "é preciso mais do que nunca que a gente aprofunde esse debate e faça a resistência necessária. Resistência, amplitude e muita sagacidade".
    Ela reafirmou a necessidade das forças progressistas lutarem pela democracia.  "Nós precisamos garantir um processo de acúmulo de forças pela democracia. Bandeira que por si só é ampla" afirmou Luciana.

    Portal CTB - Com informações do Portal Vermelho

  • No segundo dia do 4º Congresso Nacional da CTB, as questões de gênero tiveram destaque no painel “A luta emancipacionista e o trabalho”, com palestras de Ana Rocha, assessora do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro e dirigente da União Brasileira de Mulheres e a senadora Lídice da Mata, do PSB da Bahia.

    A mesa composta pelas dirigentes da CTB, Ivânia Pereira, Celina Arêas e Kátia Gaivoto, trouxe importantes informações sobre como solucionar o problema da discriminação no mercado de trabalho.

    De acordo com Ana Rocha, “as mulheres estão concentradas no mercado informal e precário do trabalho” porque “o capital separa a produção da reprodução e o trabalho doméstico do trabalho fora de casa, explorando duplamente as mulheres”.

    Em seguida falou a senadora Lídice da Mata, que criticou a reforma trabalhista do governo ilegítimo de Michel Temer. Ela destacou dois pontos de grande prejuízo para as mulheres.

    O primeiro ponto mencionado foi sobre a permissão de que as mulheres, mesmo grávidas, realizem trabalhos insalubres e em segundo lugar o fato de poderem negociar os 30 minutos diários que têm direito para amamentar.

    “A reforma trabalhista explicita o caráter extremamente perverso para o trabalho da mulher”. A senadora baiana ressaltou também a questão do trabalho intermitente.

    “Esse discurso falacioso de que o trabalho intermitente é uma necessidade da mulher e da juventude traz no bojo uma grande enganação e poda a liberdade da mulher, não o contrário”. 

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Manoel Porto