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Sedin

  • O Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) tem mantido sua posição de luta contra a proposta de reforma da Previdência Social e todas as outras medidas ou ações do governo federal que vão na contramão dos direitos de trabalhadoras e trabalhadores. Ao lado de nossa central sindical - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) -, temos engrossado o movimento que tem reunido outras centrais em manifestações contra a absurda proposta de reforma.

    Mais uma vez o Sedin atende à convocação feita pela CTB em conjunto as demais centrais sindicais (CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, CSB, Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas), que em encontro realizado na sexta-feira (24), decidiram realizar Greve Nacional no dia 5 de dezembro, contra a nova proposta de desmonte da Previdência Social. A orientação é, desde já, realizarmos ampla mobilização nas bases, com assembleias, atos, debates e outras atividades. O Sedin conta com o apoio das educadoras e educadores da infância.

    Vale lembrar que a participação efetiva do Sedin nessa greve nacional que já vinha sendo discutida entre as centrais sindicais, foi aprovada nas deliberações sindicais no dia 10 de novembro, último dia de nosso 13º congresso. O Sedin entende que as trabalhadoras e trabalhadores da infância precisam fazer parte desse luta, uma vez que essa proposta de reforma atingirá duramente nossa categoria. É um absurdo o governo federal querer obrigar as educadoras e os educadores da infância a trabalhar até os 60 anos de idade, ao passo que pela lei vigente a idade é até os 50 anos.

    Não podemos aceitar isso. Não podemos deixar que direitos conquistados sejam retirados.

    Portanto, no dia 5 de dezembro estaremos participando da Greve Nacional – Contra a Reforma da Previdência e em Defesa dos Direitos.

    Fonte: Sedin

  • Os mais de 100 mil grevistas que se manifestaram em frente à Câmara Municipal de São Paulo, nesta terça-feira (27), comemoraram uma grande vitória, quando no começo da noite foi anunciada pelos vereadores a suspensão da votação do Projeto de Lei 621/2016 por 120 dias.O prefeito João Doria (PSDB) sofre a sua maior derrota mesmo tendo ampla maioria entre os vereadores.

    Claudete Alves explica a vitória 

    Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo, parabeniza a participação do funcionalismo nos 20 dias de paralisação (o Sedin aderiu à paralisação no dia 16, ficando em greve por 12 dias), com a realização de grandes atos, organização do fundo de greve e a colaboração em levar a informação correta para a população sobre os objetivos da greve. "Estão todas e todos de parabéns. Essa foi uma importante vitória daquelas e daqueles que acreditam na luta".

    Ela ressalta a importância do fato a nível nacional, afirmando que "a nossa unidade e a nossa persistência trouxeram essa grande vitória. Que isso seja uma prática daqui para a frente".

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    Alves lembra ainda que em 2005, o então prefeito José Serra (PSDB) aumentou a alíquota da previdência municipal de 5% para 11% e agora "queriam aumentar para 14%, o que viria depois?", questiona.

    O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo afirma que "essa importante vitória representa a labuta, o suor, a perseverança de quem acredita na força da classe trabalhadora".

    Portal CTB com informações do Sedin 

     

  • A pedagoga Anita Freitas fala sobre as novidades na educação das infâncias

    Começou nesta quarta-feira (9), o 12º Congresso do Sindicato dos Educadores da Infância, da rede municipal de São Paulo, com o tema “Currículo Integrador das Infâncias” (saiba mais pelo site do sindicato aqui), na Uninove, na capital paulista.

    O vice-presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Nivaldo Santana, esteve na abertura do congresso representando a central.

    O tema foi escolhido porque, de acordo com Claudete Alves, presidenta do Sedin, “hoje a maioria dos governos tratam a infância de forma fragmentada, mas sabemos atualmente que não há ruptura, porque toda criança é única e deve desenvolver-se plena e integralmente, em todas as suas fases”.

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    Claudete Alves, presidenta do Sedin, encerra o Congresso nesta quarta

    A palestrante da tarde foi a pedagoga Anita Freitas que dissecou o tema com muita propriedade. Ela falou dos avanços educacionais na área da infância e demonstrou as novas formas de lidar com as crianças de todas as idades.

    Alves prevê dificuldades no relacionamento com a próxima administração municipal, mas garante que o Sedin se dispõe ao diálogo sempre, porém, ela promete “muita luta para manter as conquistas das educadoras e da cidadania de nossas crianças”.

    O Congresso continua na quinta (10) e se encerra na sexta. Alves assegura que entende “a necessidade de dialogar, mas se o João Doria cumprir o que está falando iremos para as ruas mostrar à sociedade que as educadoras da infância são de luta”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Gera muita polêmica mais um projeto conturbado do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). No dia 8, ele sancionou a lei municipal 16.704/2017, que implanta a Política Municipal de Erradicação da Fome e de Promoção da Função Social dos Alimentos.

    “Nome inapropriado para um processamento de restos alimentares”, diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin). E, apesar de Doria garantir as propriedades nutricionais do composto, ela conta que “nem a empresa responsável pelo processamento dos restos confirma essa informação dos dados nutricionais”.

    Assista o curta-metragem Ilhas das flores (1989), de Jorge Furtado. Clássico que ilustra bem o problema da falta de alimentos.

    A educadora se baseia no argumento da Plataforma Sinergia – empresa responsável - de que a composição desse composto deve variar de acordo com a matéria-prima utilizada para a formulação do composto. “Não é à toa que estão denominando de ração essa farinata”, afirma.

    Nesta sexta-feira (20), um grupo de manifestantes protestou com irreverência diante da sede da prefeitura, no centro da capital paulista. Foram colocados potes com ração de cachorro com os nomes do prefeito e alguns de seus secretários (foto do destaque).

    A situação piorou quando Doria anunciou na quarta-feira (18) que pretende iniciar a distribuição pelas escolas da rede pública municipal, do que está sendo chamado de “ração humana”.

    A União Paulista de Estudantes Secundaristas (Upes) realizou manifestação na avenida Paulista na noite de quinta-feira (19) entoando versos reveladores: “Arroz, feijão, tomate/A gente quer comida de verdade”.

    Assista o protesto da Upes 

    “As crianças necessitam de uma alimentação adequada para o seu pleno desenvolvimento. É inconcebível transformar restos alimentares em alimento para pobre. É o fim do mundo”, constata Alves. Inclusive o Ministério Público de São Paulo quer prova científica e exame pericial para apurar o valor nutricional dessa ração.

    Pegou tão mal que o próprio prefeito deu uma certa recuada e disse que esse “alimento” seria distribuído como “suplemento alimentar”. A discussão está apenas no início. Tanto que Christiane Gasparini Araújo Costa, presidenta do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de São Paulo (Comusan), se manifestou contra esse projeto.

    “Diante da magnitude deste processo vivido, incluindo a sua repercussão internacional, venho esclarecer à população de São Paulo, na condição de presidenta do Comusan, que a iniciativa de produção e distribuição de um granulado nutritivo a ser entregue às populações que enfrentam carências nutricionais no município não foi encaminhada para apreciação do Conselho e não se alinha às diretrizes que vimos construindo com vistas a facilitar o acesso de toda a população à ‘comida de verdade’”, afirma em nota divulgada à imprensa.

    Em um debate televisivo da campanha eleitoral João Doria especifica a sua opinião sobre os hábitos alimentares dos mais pobres. Assista abaixo: 

    Já para o Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) de São Paulo, essa ração contraria os princípios do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e o Guia Alimentar para a População Brasileira. “Em total desrespeito aos avanços obtidos nas últimas décadas no campo da segurança alimentar e no que tange as políticas públicas sobre as ações de combate à fome e desnutrição“, diz a nota do conselho.

    Para conseguir doadores, a prefeitura garante isenção do Imposto Sobre Serviços e do Imposto Predial e Territorial Urbano para as empresas doadoras dos restos alimentares.

    Muitos críticos do projeto lembram que o Brasil saiu do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas desde 2014 com os programas sociais dos governos Lula e Dilma. Só que neste ano o Brasil voltou ao Mapa da Fome, revela a ONU.

    Vivian Zollar, do CRN paulista, afirma ao Nexo Jornal que a desnutrição deve ser combatida com “comida de verdade”. Para ela, “quando há um cidadão que come comida e o outro, farelo, você amplia a desigualdade”.

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

  • Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) do município de São Paulo, denuncia que na gestão do prefeito João Doria (PSDB) a educação infantil virou um “balcão de negócios políticos”.

    Em primeiro lugar porque a administração municipal afirma que “nunca houve uma expansão tão grande da rede e vários Centros de Educação Infantil (CEIs) tiveram que adiar o início das aulas por estarem em reforma ou construção”, diz.

    Inclusive, afirma a sindicalista, o Sedin protocolou ação junto ao Tribunal de Contas do Município e ao Ministério Público do Estado de São Paulo contra a Portaria 9145/2017, do Executivo.

    Para ela, essa portaria aumenta a possibilidade de contratação de entidades particulares para atender as crianças. “Acontece que nem sempre essas entidades reúnem condições adequadas para estar com as nossas crianças”, argumenta.

    As creches conveniadas – como são conhecidas popularmente -, segundo Alves, “foram transformadas em negociação política com parlamentares. Segundo a administração sai mais barato,como se as crianças não mercessem os melhores cuidados".

    Ela explica que é o dinheiro público que está sendo usado para pagar a prestação de serviço dessas entidades, muitas delas ligadas com políticos. Para piorar, foram criados os polos de atendimento às crianças nas férias de janeiro.

    “O problema consiste em que os polos prestaram atendimentos na rede direta. Então as conveniadas deverão ressarcir os cofres públicos porque não trabalharam em janeiro. Não é justo receberem sem trabalhar”. De acordo com Alves, a prefeitura paga pelos “12 meses do ano”.

    Outra questão importante se refere às férias das profissionais que trabalharam em janeiro. “Essas trabalhadoras deverão sair de férias no transcorrer do processo e são as crianças que perdem".

    Ela reclama também do Projeto de Lei 621/2016, que trata da previdência suplementar dos servidores municipais. “Estamos nos organizando para combater esse PL que vai onerar as trabalhadoras ativas e inativas com aumento na contribuição para a Previdência”.

    A sindicalista conta que o Sedin está discutindo uma contraproposta que não onere os bolsos das servidoras e servidores. “Vamos sugerir, que por um período, a administração diminua o repasse da receita para a Câmara dos Vereadores”. Hoje a prefeitura repassa 6% do que arrecada e o Sedin vai sugerir que repasse 5%, até o problema ser solucionado.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Em nota divulgada na imprensa nesta terça (28), o Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) condena a reforma da previdência do governo e os fortes ataques aos servidores públicos veiculados na propaganda oficial.

    Também explica como as mudanças irão penalizar a vida dos professores e professoras do país, aumentando o tempo de trabalho obrigatório para a obtenção da aposentadoria.

    Leia abaixo o artigo na íntegra: 

    O SEDIN - Sindicato dos Educadores da Infância - vem a público repudiar a reforma da previdência proposta pelo governo do presidente Michel Temer. Essa reforma agride e retira do conjunto dos trabalhadores brasileiros, direitos históricos conquistados e os penaliza, visando corrigir um rombo financeiro que não foi criado por eles, mas sim, acarretado pelos desmandos políticos e corrupção que têm ocorrido de forma escancarada em Brasília, conforme divulga largamente a imprensa. O Brasil vive hoje uma de suas piores crises econômico-política, com desmonte da saúde, educação, entre outras áreas, além do sucateamento dos patrimônios públicos por meio da farra das privatizações. E isso não é culpa do funcionalismo público. É resultado da incompetência do atual governo.

    No que refere às professoras e professores, a reforma da previdência aumenta em dez anos o tempo de trabalho da categoria. Um verdadeiro absurdo. Profissionais que hoje se aposentam com 50 anos, pela nova proposta de reforma, só poderão dar entrada em sua aposentadoria aos 60 anos de idade.

    Não menos absurdas são as propagandas televisivas pelas quais o governo federal defende sua proposta de reforma. Uma delas se refere aos funcionários públicos de forma pejorativa, insinuando que essa classe de trabalhadoras e trabalhadores é beneficiada por algum tipo de "privilégios", "moleza", ou ainda "facilidade".

    Vale ressaltar que as professoras/es da infância, assim como os demais servidores públicos, ingressaram em seu cargo de forma legítima, por meio de concurso público. Estudaram, se prepararam e só puderam concorrer a uma disputada vaga - com outras centenas ou milhares de pessoas - por estarem aptas/os para ocupá-la. Conquistaram um cargo no serviço público por mérito e não em função de qualquer tipo de favorecimento ou apadrinhamento político.

    Diferente do setor privado, os funcionários públicos pagam mensalmente, 11% de previdência, contra os 8% dos trabalhadores do setor privado. Não têm Fundo de Garantia, portanto, quando desligados do trabalho, não possuem acesso aos direitos garantidos pela Justiça do Trabalho, que até a aprovação da reforma trabalhista era gratuita para os empregados do setor privado. Além disso, as ações movidas por servidores públicos são julgadas pela Justiça comum, que prevê multas de sucumbência nos casos em que não houve êxito.Isso sem contar que estão expostos ao julgamento da população, pela falta de governança e recursos adequados em que muitos são obrigados a trabalhar.

    Essas trabalhadoras/es, com seu profissionalismo e compromisso, ajudam o país a crescer. E no campo da educação a importância da atuação das educadoras e educadores da infância, nessa fase do aprendizado das crianças, é indiscutível.

    O SEDIN repudia veementemente essa proposta de reforma da previdência e também as propagandas veiculadas em rádios e TVs, que ferem a dignidade e a relevância do trabalho dos funcionários públicos municipais, que atuam na educação e nos demais setores, e exige que o governo federal a retire da pauta de votação, em respeito a essas trabalhadoras/es, em defesa dos direitos do funcionalismo e pela cidadania.

    Diretoria do Sedin

  • Com ampla adesão, a greve continua e as servidoras e os servidores públicos de São Paulo marcham nesta sexta-feira (23), da avenida Paulista para a Câmara Municipal, contra o Projeto de Lei (PL) 621/16 (Sampaprev), que muda a previdência municipal, aumentando o desconto no salário de 11% para até 19%.

    A próxima assembleia acontece na terça-feira (27), às 14h, em frente á Câmara Municipal (Palácio Anchieta, no Viaduto Jacareí, 100, na Bela Vista). “A paralisação está forte e com apoio da população”, diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo.

    Ela conta ainda que “as pessoas entenderam que estamos em greve e nos manifestando nas ruas pela melhoria do serviço público e em defesa de uma aposentadoria decente”.

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    Marcha segue pela avenida Consolação rumo à Câmara Municipal (Foto: Mídia Ninja)

    Até o Tribunal de Contas do Município (TCM) questiona a reforma da previdência proposta pelo prefeito João Doria (PSDB). De acordo com informações do G1, “o TCM afirma que a Prefeitura não justificou a necessidade do aumento da alíquota para diminuir o rombo da previdência. Disse ainda que a reforma vai agravar as perdas salariais dos servidores”.

    Para o TCM, a criação da alíquota suplementar ao desconto da previdência das servidoras e servidores “é inconstitucional e pode ser interpretada como ‘confisco’”, diz a reportagem do G1.

    “Nenhum direito a menos, nenhum desconto a mais” é a palavra de ordem do Sedin. “Não sairemos das ruas até o PL 621 ser arquivado”, reforça Alves. “Até lá, não tem arrego”. Ela acentua que as servidoras e servidores querem “discutir propostas para melhorar a previdência municipal, em vez de aumentar os descontos salariais”.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • A prefeitura de São Paulo prevê gastar neste ano, R$ 550 milhões (sem gastos administrativos e salários) parar tapar buracos de ruas. Como parte do programa Asfalto Novo, aprovado em outubro, o prefeito João Doria (PSDB) pretende recapear 400 quilômetros de ruas até junho (prazo final para o desligamento de políticos em exercício para concorrer à eleição).

    Até aí nada demais. O problema começa quando são analisados os orçamentos destinados à educação e saúde para 2018. Em saúde, a prefeitura irá investir R$ 545 milhões (contando gastos administrativos e salários) e R$ 168 milhões em educação. "Precisamos mobilizar a sociedade para obrigarmos os governantes a tirarem a sáude e a educação da UTI", diz Milton Sanches, secretário de Saúde da CTB-SP.

    "O prefeito da maior cidade do país prefere tapar buracos de ruas e deixar crateras na saúde. Isso ainda vai custar muito caro", afirma. "Nós da CTB pensamos justamente contrário a isso, porque investimentos em saúde e educação devem ser prioridade absoluta".

    Já Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin), acredita que “tudo é uma questão de prioridade. Para as educadoras e educadores da infância, é muito mais importante investir nas áreas sociais”. Para ela, “sem saúde ninguém faz nada e sem educação não há evolução humana”.

    Além disso, a administração municipal remanejou R$ 192 milhões, que eram destinados a corredores de ônibus, para o asfalto. Ainda de acordo com a prefeitura, R$ 310 milhões, para as ruas, virão das multas de trânsito na capital.

    Além do mais, reforça Alves, “tirar dinheiro dos corredores de ônibus é andar na contramão, porque os maiores centros urbanos do mundo estão investindo em melhorias no transporte coletivo. Já em São Paulo privilegia-se o transporte individual”.

    A sindicalista entende a importância de recapeamento de ruas, mas não aceita que os gastos com asfalto sejam maiores do “que o orçamento destinado às nossas crianças. Isso significa uma inversão de valores que prejudica a maioria da população que anda de ônibus e precisa de mais escolas e hospitais”.

    Marcos Aurélio Ruy - Portal CTB. Foto: Jaques Valquer/Agência O Globo

  • Adilson Araújo, presidente nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), visitou nesta terça-feira (24) o Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin), do município de São Paulo e foi recebido por Claudete Alves, presidenta do Sedin.

    A presidenta do Sedin reafirmou que as educadoras e os educadores da infância paulistana são “cetebistas de coração” devido à “acolhida excepcional” que o Sedin teve na central que mais cresce no Brasil.

    De acordo com Alves, o presidente da CTB “defende as mesmas propostas que o Sedin. A educação infantil como direito das crianças, dessas crianças filhas da classe trabalhadora”. Ela reafirma que “nós queremos o mesmo que as crianças da classe média, as crianças ricas têm em termos de educação”.

    Já Araújo reforça a identidade plena entre a CTB e o Sedin na luta por uma educação pública de qualidade. “O nosso projeto de central se fortaleceu ainda mais com a filiação do Sedin”, diz. “Um projeto de desenvolvimento nacional requer centralidade e atenção especial à educação e a educação infantil é um alicerce para a construção do novo”. Alves lembrou que "a CTB luta incansavelmente pela valorização profissional das trabalhadoras e trabalhadores da educação".

    Para ele, é fundamental “trabalhar de forma unificada e planejada para dar substância a um projeto de central sindical combinando os esforços da CTB em colaborar para que o Sedin seja cada vez mais capacitado a enfrentar o grande desafio que a conjuntura impõe”. Principalmente com a reforma trabalhista, que entra em vigor no dia 11 de novembro, a reforma da previdência e os projetos contra a educação do prefeito João Doria (PSDB).

    Assista à conversa dos sindicalistas: 

    Portal CTB

  • As educadoras da infância de São Paulo continuam firmes na greve de todas as servidoras e servidores municipais contra o Projeto de Lei (PL) 621/2016, que afeta a aposentadoria e aumenta os descontos salariais.

    Sedin: "Não tem arrego" 

    A greve unificada das servidoras e servidores públicos, que já dura 19 dias, fez o prefeito João Doria (PSDB) recuar e agendar uma reunião com o Comando de Greve. "Até que enfim o prefeito resolveu conversar com os servidores", diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo.

    Sofia, de 4 anos, manda seu recado a João Doria 

    Ela explica que as trabalhadoras e trabalhadores estão dispostos a "ir até o fim, para barrar essa ameaça aos nossos salários e à nossa aposentadoria".

    As servidoras e os servidores municipais iniciaram a greve no dia 8 de março e já realizaram ao menos sete grandes manifestações pelas ruas da capital paulista. "Enquanto o Doria não tirar o PL 621 da Câmara Municipal nós não saíremos das ruas. Se a previdência municipal tem problemas, a culpa não é do funcionalismo", afirma Alves.

    Ela explica ainda que os grevistas realizam atividades todos os dias, explicando à população os motivos da paralisação, que "mostra compreensão e apoio ao nosso movimento". Por isso, diz que "não tem arrego".

    Manifestação na zona leste na manhã desta segunda-feira 

    Nova assembleia 

    Nesta terça-feira (27), às 13h, em frente à Câmara Municipal, ocorre nova assembleia unificada para definir os rumos do movimento. "Precisamos da participação de todas e todos para enterrar de vez o PL 621". finaliza.

    O Sedin distribiu uma Carta Aberta à População, na qual afirma que "trabalhamos em duas ou mais escolas e por vezes realizamos outros afazeres para complementarmos nossa renda para garantirmos o sustento de nossas famílias. Ao longo da nossa carreira, realizamos diversos cursos como: especializações, mestrado, doutorado, para evolui rmos na carreira do magistério, com investimentos próprios. Os nossos esforços também resultam na melhoria da qualidade da educação pública ofertada para bebês, crianças, adolescentes, jovens e adultos, alunos da rede municipal".

    Leia a íntegra da Carta aqui.

    Portal CTB

  • Aos gritos de “Não tem arrego", mais de 80 mil servidoras e servidores públicos do município de São Paulo marcham pelas ruas da metrópole, nesta quinta-feira (22), contra o Projeto de Lei (PL) 621/16, que muda a previdência municipal aumentando a contribuição de 11% para 14%.

    O PL é de autoria do Executivo Municipal e o prefeito João Doria (PSDB) acrescentou artigos que inserem descontos de 1% a 5%, podendo elevar o desconto para 19% do salário e ainda aumenta os descontos dos aposentados e pensionistas.

    Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin), afirma ser muito importante o movimento manter a unidade para “barrar mais essa ofensiva contra os nossos direitos, os nossos salários e a nossa aposentadoria”.

    Ela enfatiza ainda que se a previdência municipal tem problemas, “a culpa não é das trabalhadoras e trabalhadores”. Ela afirma também que o movimento está cada vez mais forte. tanto que nesta quarta-feira (21), “teve uma linda manifestação de mães e pais de alunos em apoio à nossa paralisação”.

    A presidenta do Sedin convoca para a manifestação desta sexta-feira (23) 

    Nessa manifestação crianças seguravam cartazes com os dizeres “Não batam na minha professora”, em alusão à truculência da Guarda Civil Metropolitana contra as educadoras e educadores que se manifestavam na Câmara de Vereadores, na quarta-feira (14).

    A violência ocorreu quando o PL 621 estava em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Mesmo com toda a truculência policial, a CCJ aprovou o projeto que agora segue para as comissões de Administração e de Finanças, para depois ir a plenário.

    As servidoras e servidores em greve pedem a retirada desse projeto para haver discussão mais ampla sobre a previdência municipal.

    “Queremos debater e apontar soluções que não pesem sobre os ombros do funcionalismo”, reforça Alves. "Nenhum direito a menos, nenhum desconto a mais" é o lema do Sedin. De acordo com a sindicalista, as educadoras da infância, juntamente com os demais servidores, não permitirão "que o Doria municipalize a reforma da previdência do Temer. A nossa luta é a luta de todos os trabalhadores", afirma.

    Nesta sexta-feira (23), há nova manifestação das trabalhadoras e trabalhadores do serviço público paulistano com concentração no vão do Masp, na avenida Paulista, às 12h, com caminhada até a Câmara de Vereadores.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • Nesta terça-feira (27), em assembléia conjunta, mais de 100 mil servidoras e servidores públicos municipais de São Paulo, de acordo com o Fórum de Entidades, decidiram pela continuidade da greve que começou em 8 de março – Dia Internacional da Mulher.

    “A força do movimento fez o prefeito recuar e aceitar a mudar alguns pontos do PL (Projeto de Lei) 621/2016, mas ele manteve a essência do projeto que é o de aumentar os descontos na folha de pagamento (de 11% para 14%, até mesmo para aposentados e pensionistas)”, afirma Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo.

    Por isso, diz a professora sindicalista, “continuaremos com os serviços paralisados até o PL 621 ser retirado da Câmara Municipal e o prefeito se dignar a dialogar”. Ela complementa afirmando que a “se nem a unidade do movimento e o apoio da sociedade sensibiliza o prefeito, nós mostramos que estamos firmes na luta”.

    Mesmo com 20 dias dos serviços públicos municipais paralisados e inúmeras manifestações numerosas como as desta terça-feira (27), a maioria dos vereadores, atrelados ao prefeito João Doria (PSDB) votam o projeto que além de aumentar a alíquota do desconto, prejudica a aposentadoria das trabalhadoras e trabalhadores. A pressão valeu e a Câmara Municipal suspendeu a tramitação do PL 621/16 por 120 dias.

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    “A CTB parabeniza as servidoras e os servidores públicos paulistanos por este movimento de resistência à reforma da previdência municipal que o Doria quer fazer a toque de caixa, para deixar o cargo e disputar o governo do estado”, diz Wagner Gomes, secretário-geral da CTB.

    João Doria deve se desincompatibilizar no dia 6 de abril. Por isso, “pressiona sua base para aprovar rápido o desmonte da nossa previdência”, afirma Alves. “Não vamos aceitar mais esse embuste para aumentar os descontos em nosso salário e pagar o rombo que eles fizeram na previdência”, acentua. 

    A próxima assembleia das servidoras e servidores está marcada para a terça-feira (3), às 13h, em frente à Câmara Municipal. Mas nesta quarta-feira (28) tem nova manifestação para denunciar à sociedade as manobras do prefeito para ludibriar a opinião pública.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • Nesta segunda (4), a partir das 14h, na porta da Prefeitura de São Paulo, os servidores e servidoras públicos de São Paulo realizam manifestação e assembleia para votação de greve pela  revogação do SampaPrev.

    De acordo com a presidente do Sindicato dos Educadores e Educadoras da Infância (Sedin), Claudete Alves, a proposta aumenta a alíquota dos trabalhadores da ativa, dos aposentados e pensionistas de 11% para 14%; cria a SampaPrev, fundação que irá gerenciar a previdência complementar ainda sem regras transparentes; e entrega aos bancos os proventos dos servidores que aplicarão ao sabor do mercado. 

    revogaja sampaprev

    Portal CTB

  • Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo convoca a todas e todos a marcarem presença no Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, na segunda-feira (19). "Essa luta é de todas nós porque mexe com o direito fundamental de toda a classe trabalhadora que é o de ter uma aposentadoria digna", afirma.

    Ela convoca as educadoras e os educadores da infância do município de São Paulo a comparecerem ao vão do Masp, na avenida Paulista às 15h para "uma grande manifestação para enterrar de vez essa proposta de Michel Temer acabar com a nossa aposentadoria e também enterrar a proposta do prefeito João Doria que joga nas nossas costas o ônus de problemas na gestão de nossa Previdência. Não é justo que paguemos pelos erros deles", afirma.

    Assista a convocação feita por Claudete Alves: 

    "Nesta segunda, o Sedin estará nas ruas mais uma vez defendendo a educação da infância e o nosso direito ao trabalho decente e à a aposentadoria sem perdas e danos", conclui a presidenta do Sedin. Ela diz ainda que a partir das 6h da manhã,estarão marcando presença no Aeroporto de Congonhas mostrando aos parlamentares que "se votar, não volta".

    Marcos Aurélio Ruy - Portal CTB

     

  • O Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo convoca as servidoras e servidores públicos municipais a realizarem uma paralisação na quinta-feira (8) - Dia Internacional da Mulher.

    "Faremos uma paralisação seguida de manifestação para o prefeito João Doria retirar o Projeto de Lei 621/2016 e reabra as discussões com os representantes dos servidores municipais em relação ao sistema de previdência municipal", diz Claudete Alves, presidenta do Sedin. "Não podemos aceitar que os servidores paguem a conta como aconteceu em 2005", complementa.

    Assista a convocação feita pelo Sedin 

    A concentração do ato acontece em frente à sede da prefeitura paulistana, às 13h30. "Conseguimos barrar a reforma do Temer e vamos barrar a do Doria. Na rua para que nenhum direito nosso seja tirado", diz Sheyla Mendes, secretária-geral do Sedin.

    Sheyla Mendes reforça o convite. Participe! 

    Portal CTB 

  • O Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo realizou manifestação nesta quinta-feira (8), ás 14h, no Viaduto do Chá, em frente à sede da prefeitura da capital paulista. O ato aconteceu porque o prefeito João Doria (PSDB) insiste em votar o Projeto de Lei (PL) 621/2016 sem dialogar com as trabalhadoras e trabalhadores.

    “O prefeito quer a aprovação do PL 621 até o fim de março sem nenhum diálogo”, denuncia Claudete Alves, presidenta do Sedin. Ela explica que esse projeto visa aumentar de 11% para 14% o desconto nos salários, referente à previdência municipal.

    E para piorar, Doria acrescentou artigo estabelecendo descontos complementares que variam de acordo com os salários e podem ir de 1% a 5%, podendo chegar até a 19% de desconto em seu salário. Além de aumentar a contribuição dos aposentados.

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    Alves informa que as educadoras e educadores da infância, juntamente com as demais entidades representativas das servidoras e servidores municipais, decidiram pelo estado de greve, marcando assembleia para a quinta-feira (15), na Câmara Municipal.

    “A hora é de lutar. Temos que barrar essa ofensiva aos nossos salários, prejudicando nossa aposentadoria. Se existe problemas na previdência municipal, a culpa não é nossa e o Sedin tem proposta para que o ônus não seja jogado em nossas costas”, conclui Alves.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • O conjunto dos servidores e servidoras públicos organizam ato, com manifestação e assembleia, para votação de greve e cobrar da Prefeitura de São Paulo a revogação do SampaPrev.

    De acordo com a presidente do Sindicato dos Educadores e Educadoras da Infância (Sedin), Claudete Alves, a proposta aumenta a alíquota dos trabalhadores da ativa, dos aposentados e pensionistas de 11% para 14%; cria o SAMPAPREV ainda sem regras transparentes e que irá gerenciar a previdência complementar; e entrega aos bancos os proventos dos servidores que aplicarão ao sabor do mercado.

    Para o vereador do PSol São Paulo, Celso Giannazi, "a Prefeitura inicia um verdadeiro desmonte da previdência pública, fragiliza os serviços, sem falar na precarização dos salários. Aumentar a alíquota de 11% para 14% só pode ser qualificado como uma coisa: CONFISCO", afirmou.

    O parlamentar ainda rebate o argumento de déficit da previdência, "O prefeito de São Paulo mente ao falar em crise e em ROMBO na previdência. O SampaPrev é um escancarado plano de privatização e capitalização da previdência. Ele avança contra o Serviço Público, flexibiliza direitos e ataca sua aposentadoria".  

    Claudete ainda informa que hoje (quarta, 30) ocorreu reunião do Fórum, para finalizar os detalhes das propostas apresentadas para a Greve que terá início dia 04/02. "Lembramos que o SEDIN aderiu à Greve, aprovada em Assembleia conjunta realizada em 26/12/2018 e que, discutiremos com nossos filiados presentes no próximo dia 04/02, os rumos do movimento".

    CTB São Paulo

  • É grave o risco de retirada de direitos das educadoras e educadores do município de São Paulo, bem como de outras categorias do funcionalismo público municipal, caso o Projeto de Lei (PL) 621/2016 seja aprovado. Inclusive ocorre um ato contra o Sampaprev na estação de trens da CPTM Guianazes, zona leste da capital paulista, nesta segunda-feria (19), às 9h30.

    Assista o vídeo: Ao Mestre com Carinho 

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    Sedin realiza assembleia na terça-feira (20) para avaliar a greve em defesa da aposentadoria

    "A situação nos levou à greve, já que o diálogo com o governo municipal não avançou", afirma Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo. "É importante que a categoria esteja firme e consciente nesse período de greve e siga as orientações passadas pelo sindicato, afirma.

    Leia aqui a Carta Abertaaos pais distribuída pelo Sedin.

    Siga as orientações dadas por Claudete Alves, presidenta do Sedin 

    Acompanhe as ilegalidades do PL 621/2016 

    Fonte: Sedin

  • O Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo segue na luta contra o Projeto de Lei (PL) 621/2016, de autoria do Executivo Municipal, ou seja, da prefeitura, que prevê uma série de alterações da previdência dos servidores, entre elas, aumento de alíquota de contribuição de até 19%.

    Em assembleia específica da categoria, realizada em frente à Câmara Municipal durante a manifestação realizada nesta quinta-feira (15), a maioria das pessoas presentes votou pela realização de greve.

    Mãe apoia greve. Assista! 

    Em seguida, uma segunda assembleia que envolveu todas as categorias do funcionalismo público, por meio do Fórum de Entidades, o Sedin acompanhou os demais companheiros e votou por greve. A professora Sheyla Mendes conduziu a assembleia e enfatizou que as educadoras e educadores da infância não sairão das ruas até que a proposta de Doria seja retirada da pauta de votação.

    As educadoras e educadores da infância, portanto, estão em greve até a próxima terça-feira (20), quando em uma nova assembleia da categoria, que será realizada na frente da Câmara Municipal, na qual avaliaremos o andamento e continuidade da luta.

    O Sedin convoca os educadores da infância a engrossarem, nesse mesmo dia e local mais uma manifestação contra a votação do PL 621/2016, que faremos em conjunto com nossa central sindical CTB, e outras entidades sindicais representativas do funcionalismo público.

    Concentração em frente à Câmara Municipal a partir das 10h.

    Clique aqui e veja mais fotos da manifestação

     Audiência pública

    Confira o discurso de Claudete Alves, presidenta do Sedin  

    Milhares de servidoras e servidores tomaram a frente da Câmara Municipal de São Paulo, nesta quinta-feira, para protestar contra a proposta e pedir que seja retirada da pauta de votação. Do lado de dentro ocorria a audiência pública solicitada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, para discutir o projeto ainda está em curso, mas desta vez, o acesso de servidores/professores/as à Casa foi restringido. Por volta das 12h senhas foram distribuídas pela GCM e só foi permitida a entrada de um volume de pessoas respeitando a capacidade do Salão Nobre, onde a audiência foi realizada.

    O Sedin por meio de integrantes de sua diretoria e de educadoras da infância participou ativamente da audiência pública. Claudete Alves, presidenta do Sedin, ao se manifestar na audiência, fez apelo para que os vereadores contrários à proposta usassem de ferramentas como a obstrução para impedir que o PL vá a primeira votação. Claudete reiterou a ameaça e possibilidade de que a base do governo obtenha o número de votos necessários para aprovar o projeto e afirmou que as professoras/es continuarão seu enfrentamento.

    Joélia Aguiar, vice-presidenta do Sedin, em sua fala, pontuou que os números apresentados pelo governo em sua apresentação e defesa da proposta, não estão corretos e não se baseiam na realidade. Afirmação feita também, pelo advogado responsável pelo departamento jurídico do Sedin, Antoniel Bispo.

    Especializado nas causas jurídicas do funcionalismo público municipal, ele disse que enfatizou a necessidade de que as contas feitas pelo governo, nas quais se apoia o PL 621/16, sejam reavaliadas por uma comissão e pelo Tribunal de Contas. Antoniel afirmou que “os números não têm base real de sustentação”.

    Marielle Franco Presente! 

    A indignação pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSol), morta a tiros que a atingiram à queima roupa, enquanto ela estava dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na região central do Rio, por volta das 21h30 da quarta-feira (14), foi expressa por uma série de manifestantes presentes na audiência, entre os quais, a professora Claudete Alves, que emocionada gritou aos presentes até quando mulheres negras e de todas as etnias serão atacadas e mortas impunemente no Brasil. Antes do início da audiência foi feito um minuto de silêncio pela morte de Marielle.

    O Sedin expressa todo o pesar ao assassinato de mais essa mulher guerreira, que lutava em defesa de outras tantas mulheres e contra as desigualdades de gênero, raça e classe social, comuns no Brasil e, sobretudo, no Rio de Janeiro.

    Fonte: Sedin. Foto: Nando LHP