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Ter, Jun

Sintect

  • O Sindicato dos Trabalhadores na ECT do Rio de Janeiro (SINTECT-RJ) segue firme na luta ao lado dos trabalhadores. Menos de um mês após o processo eleitoral que reelegeu a chapa cetebista, as lutas seguem a todo vapor nos centros de distribuição.

    Em assembleia realizada nesta segunda-feira, (30), ecetistas da unidade de Resende decretaram a paralisação da unidade por tempo indeterminado. Os trabalhadores reivindicam melhores condições de trabalho e a adequação do ambiente de trabalho.

    O diretor do SINTECT-RJ, Marcos Sant’aguida, esteve no local mobilizando e apoiando os trabalhadores. “Estamos aqui em apoio aos ecetistas, não vamos aceitar o sucateamento dos direitos trabalhistas. A categoria está unida e mobilizada, vamos pressionar a ECT, até que a empresa tome as devidas providências e atenda as reivindicações dos ecetistas da unidade”, ressaltou Sant’aguida.

    Já em Nilópolis, na mesma segunda-feira, (30), os trabalhadores aprovaram estado de greve na unidade devido à falta de condições de trabalho. Atualmente os ecetistas sofrem com a falta de efetivo, problema que ocasiona sobrecarga de serviços, ambiente não climatizado e infraestrutura defasada, conforme explica o diretor do SINTECT-RJ, Joás Castro que esteve no local em apoio os trabalhadores. “O trabalhador precisa da adequação do ambiente de trabalho, o que está acontecendo é desumano. Altas temperaturas, sobrecarga de trabalho, ambiente insalubre, são problemas que influenciam na saúde física e psicológica dos trabalhadores. Não vamos descansar até que a empresa oferte uma condição plausível de trabalhado para os ecetistas”, afirmou o sindicalista.

    Os trabalhadores da unidade também reivindicam a implementação da entrega matutina e a realocação do imóvel.

    Da CTB-RJ

  • Tende a piorar a crise que se instalou na Empresa Brasileira de Correios (ECT), que tem afetado diretamente os trabalhadores. A ECT parou de pagar a parte que lhe cabe no Postal Saúde e acumulou dívida de R$ 500 mi com os credenciados.

    Para evitar que a empresa acabe com esse direito dos ecetistas, os Sindicatos de São Paulo, Bauru, Campinas, Santos, Vale do Paraíba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto definiram uma agenda de ações conjuntas com a categoria.

    "Não vamos permitir que um direito arduamente conquistado e merecido seja tirado dos Trabalhadores.”, afirmou José Aparecido Gandara, presidente do Sindecteb-Bauru e Presidente da Findect (Federação Nacional dos Sindicatos dos Correios).

    A empresa alega que o custo do plano médico da categoria é muito alto. Devido a isso, e aos problemas de caixa também alegados por ela, que seriam gerados por um suposto déficit nas contas, ela está dando calote no plano e deixando os credenciados sem pagamento.

    Uma comissão paritária constituída para discutir o plano de saúde tem estudado qual a melhor forma de gestão. Para os sindicalistas, a verdade é que as más gestões na Postal Saúde, aliadas a cultura de apadrinhamentos políticos, levaram à crise que se estendeu pelo país todo.

    Nesta sexta-feira (02), os dirigentes se reuniram com o presidente dos Correios para discutir a questão incluindo o pagamento da rede credenciada, DDA, OAI e entrega matutina.

    De acordo com Elias Diviza, presidente do Sintect-SP e vice-presidente da Findect , a reunião foi chamada pela própria ECT, diante da pressão dos trabalhadores e do Sindicato do Estado de São Paulo.

    O sindicalista convocou a categoria mais uma vez para a luta e ressaltou a importância da mobilização. "Não podemos esperar mais! A questão agora é a luta em defesa de um convênio médico de qualidade, que ampare o funcionário e sua família. Isso é vital em qualquer empresa, principalmente nos Correios, que é uma verdadeira fábrica de lesionados e aposentados precoces devido às más condições de Trabalho. Somente a união de toda a categoria e mobilização geral, vamos evitar as perdas em nossa assistência médica", conclamou Diviza.

    No próximo dia 07 de dezembro, os sindicatos se reúnem em assembleia para aprovar a deflagração de uma possível greve no dia 15 de dezembro em defesa da assistência médica da categoria.

    Cinthia Ribas - Portal CTB com Sintect-SP

  • Nesta sexta-feira (09), trabalhadores dos Correios do CDD da Vila da Penha, no Rio de Janeiro, viveram momento de terror quando a unidade foi invadida por bandidos armados. Após a saída dos criminosos, aos gestores da ECT da unidade orientaram que voltassem ao trabalho, ignorando o trauma e a violência vivida naquele momento.

    Segundo os relatos, os criminosos renderam o motorista do caminhão que descarregava a carga na unidade por volta das 8 h. Em seguida, com o motorista já de refém, entraram na unidade ameaçando todos os trabalhadores. Os bandidos levaram além de encomendas, os pertences dos trabalhadores como celulares, dinheiro e documentos.

    O Sindicato dos Trabalhadores em Correios do Rio de Janeiro (Sintect-RJ) compareceu ao local prontamente para prestar auxílio à categoria. O diretor André Gasperoni detalhou que, além da violência vivida, em que trabalhadores tiveram a suas vidas em risco, outro fator surpreendeu negativamente:

    “Os gestores da unidade orientaram que voltassem ao trabalho. Um absurdo. O sindicato orientou os funcionários a não trabalharem e a todos fazerem a CAT. Depois de muita pressão dos trabalhadores e do sindicato, a direção da ECT liberou os funcionários e os mesmos farão os procedimentos necessários na próxima segunda feira”.

    O Sintect-RJ reitera sua posição contrária às atitudes arbitrárias da empresa que, não pensa na segurança e saúde física e mental de seus empregados. A ECT deixa a categoria à mercê da violência a partir do momento que não investe em políticas de segurança. Nós continuaremos cobrando ações eficazes da empresa para resguardar o trabalhador. Todas as medidas cabíveis serão tomadas. Essa situação não pode continuar.

    Portal CTB com Sintect-RJ

  • Trabalhadores e trabalhadoras da Empresa Brasileira de Correios (ECT) de sindicatos de São Paulo aprovaram, na noite da última quarta-feira (07), estado de greve contra a retirada da assistência médica da categoria.

    A categoria lotou assembleias em sete regiões do estado para repudiar a afirmação da direção da ECT, que alega não ter dinheiro para pagar a dívida de R$ 500 milhões que acumulou juntos aos credenciados.

    De acordo com os dirigentes, a situação está inviabilizando o atendimento dos funcionários e seus dependentes e colocando o convênio em risco de intervenção.

    Durante a assembleia, os dirigentes do Sintect-SP, Manoel Feitosa e Silvana Azeredo, membros da Comissão que estuda o plano de saúde, relataram o resultado das reuniões da e os balanços e documentos apresentados pela empresa para reforçar a afirmação de que o plano médico é muito caro, e que é preciso cobrar mensalidade ou aumentar o compartilhamento, além de reduzir o acesso de dependentes.

    “Isso é inaceitável porque significa a destruição de um direito conquistado pela categoria. E porque o trabalhador ecetista ganha muito pouco e não tem a mínima condição de pagar um convênio médico pra ele, e muito menos para os familiares. O convênio médico é um direito da categoria conquistado como muita luta, ao longo de vários anos; não podemos aceitar que a direção da empresa e o governo acabem com ele, como estão fazendo com a aposentadoria”, afirmou o diretor do SINTECT-SP Manoel Feitosa, que compõe a Comissão que estuda o plano de saúde.

    Uma próxima reunião está agendada para sexta-feira, 9 de dezembro, entre os representantes dos trabalhadores e da empresa. A categoria espera que uma solução imediata seja apresentada pela empresa.

    Na próxima quarta-feira, 14, os ecetistas voltam a se reunir em assembleia para deflagrar a greve a partir das 20h do dia 15.

    Cinthia Ribas com Sintect-SP