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Dom, Ago

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Na segunda-feira (16) completou-se o sexto dia da greve da Educação Municipal de Salvador que teve início na quarta-feira (11). A mobilização e disposição de luta continua firme e crescendo, apesar das ameaças de cortes de salário. 

Os trabalhadores em educação do Município de Salvador resistem, cumprindo a agenda de luta aprovada na última assembleia de quarta (11), que decidiu pela continuidade e fortalecimento do movimento grevista e a realização de caravanas por polos para mobilizar a comunidade escolar e constatar a consolidação da greve na rede. Nesta terça-feira (17), será realizada nova Assembleia Geral da Rede Municipal de Salvador, às 9h, no Ginásio de Esportes dos Bancários.

Com carro de som,  chuva ou sol, o movimento grevista compareceu em peso no Ato Conjunto dos Servidores Municipais, promovido pela APLB-Sindicato e o SINDSEPS, nesta segunda-feira (16) levando cartazes, faixas e apitos revelando a grande disposição de luta em uma grande caminhada.

Enquanto o Executivo Municipal não senta para negociar e prefere ameaçar a categoria com cortes de salário, se multiplicam os atos políticos e as manifestações de apoio ao movimento, realizado de forma pacífica , dialogando e fazendo o convencimento de alguns companheiros que ainda estão resistentes.

ENTENDA OS MOTIVOS DA GREVE:

A deflagração da GREVE dos trabalhadores em Educação da Rede Municipal de Salvador foi iniciada na  quarta-feira (11), a data base para o reajuste salarial é maio e desde abril a APLB-Sindicato, entidade representativa da categoria, entregou a pauta de reivindicações e reuniões de negociação têm acontecido entre o Executivo Municipal e a direção da APLB. Entretanto, como nenhuma resposta positiva foi apresentada, não restou alternativa, senão a greve!

A categoria aponta como principais motivos para o movimento paredista:

  • A categoria há três anos não tem reajuste salarial, nem reajuste no auxílio alimentação;
  • Há quatro anos que os direitos dos trabalhadores em educação vêm sendo desrespeitados e um exemplo disso, é a não concessão de mudança de nível. O que significa que não estão recebendo salários de acordo com a sua qualificação;
  • Além disso, o prefeito não convoca eleição para diretor de escola, que deveria ter acontecido desde o ano passado, emperrando o processo democrático nas escolas!

Outro ponto fundamental é a luta pela melhoria das condições de trabalho.  Muitas escolas em Salvador se encontram em precárias condições de conservação e manutenção e, em grande parte, sofrem pelos transtornos causados pelo calor excessivo ou, quando chove, ocorre suspensão das aulas porque suas dependências apresentam infiltrações, alagamentos, transbordo na rede de esgoto e outros sintomas da inadequação da estrutura, inviabilizando a realização de toda e qualquer atividade na escola. Além disso, faltam professores em diversas escolas, tirando o direito do acesso à educação de muitas crianças.

VAMOS À LUTA COM UNIDADE E RESISTÊNCIA!

Professores unidos e resistindo pela Educação Pública de qualidade! Estamos em Greve! Estamos na Luta! Venham com a gente! Juntos, somos fortes!

 

APLB-Sindicato 

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