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Os trabalhadores e trabalhadoras das zonas Urbana e Rural do estado do Maranhão, cruzaram os braços em quase 100% dos municípios. A GREVE GERAL alcançou 200 cidades, de um total de 217. Na capital, São Luís, o transporte público parou 100% com a importante adesão dos Rodoviários. A CTB-MA calcula que mais meio milhão de pessoas tenham participado da GREVE em todas as regiões do estado.

Desde as 4h da última sexta-feira, 28, trabalhadores de centenas de categorias começaram a se concentrar em diversos pontos estratégicos do Estado. Em São Luís, foram realizados atos na avenida dos Portugueses, fechando a rodovia que dá acesso ao Porto do Itaqui nos dois sentidos; Praça Deodoro, centro; e Estreito dos Mosquitos, BR 135, entrada da Capital. No interior, os trabalhadores e trabalhadoras cruzaram os braços nas mais diversas cidades: nas cidades de Imperatriz (BR 010); Brejo, no povoado Palestina, às margens da MA 034; Pinheiro, Baixada Maranhense; Santa Luzia do Paruá, no povoado Alto Turi, e em Pindaré, Estava Zero, ambas na BR 316; Alto Alegre do Maranhão, no povoado Caxuxa, na altura da rotatória da BR 135; em Caxias, na BR 316; no centro da cidade de Balsas, Sul do Estado; em Presidente Dutra, Região dos Cocais, e Cidelândia, Região Tocantina.

O evento foi convocado pelas centrais sindicais (CTB, CUT, CSP Conlutas, CSB, Força Sindical, NCST e UGT), e pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Maranhão (Fetaema). Nesse clima de unidade, a GREVE GERAL parou o Maranhão e chamou a atenção da sociedade e dos parlamentares estaduais e federais para o clamor social contra os ataques aos direitos sociais do povo brasileiro.

O presidente da CTB-MA, Joel Nascimento, ressaltou o alcance do movimento no interior do Maranhão e por todo o país, como forma de enfrentamento tanto ao Governo Federal quanto ao Congresso Nacional, especialmente os 12 deputados maranhenses que votaram a favor da reforma trabalhista. “Precisamos de um movimento unificado para dizer não aos políticos e prosseguir na luta pela manutenção dos nossos direitos”, avaliou.

Márcio Rodrigo – CTB-MA

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