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Seg, Maio

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Greve. Essa foi a decisão das trabalhadoras e trabalhadores da rede estadual de ensino na assembleia geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), realizada na tarde desta quinta-feira (22), no Rio Negro Clube, em Manaus.

A categoria pede 35% de reajuste salarial referente às datas-bases de 2015, 2016 e 2017 e R$ 600 de vale-alimentação. O governador Amazonino Mendes propôs pagar 4,57% de reposição do ano de 2017 e escalonar, de acordo com a arrecadação do estado, o restante do reajuste, o que foi rejeitado pelos profissionais da educação do Amazonas. Sobre o vale-alimentação, o governo já havia acenado com o reajuste de R$ 220 para R$ 420.

O Sinteam negocia com o governo e já avançou nos seguintes pontos: retomada do Plano de Saúde, pagamento do vale-transporte integral sem o desconto de 6%, reajuste no auxilio localidade, que passou de R$ 30 para R$ 200 até R$ 1.000.

Os únicos pontos de impasse são o percentual de reajuste e o valor do vale-alimentação.

A greve

Os passos seguintes á decretação da paralisação é a comunicação oficial da decisão ao governo e a criação do comando de greve, que deve conduzir o movimento e as negociações. Nesta sexta-feira (23), foi realizada a primeira manifestação após a decretação da greve no centro da capital amazonense.

Mariane Cruz - Sinteam

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