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Seg, Dez

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Os rodoviários de Ananindeua e Marituba, no Pará, decidiram na sextas-feira (13), marcar uma assembleia marcada para esta segunda-feira (16) para dedicir quais ações serão as medidas tomadas para garantir os direitos da categoria. Até a próxima quarta-feira (18), se não houver uma resposta das empresas, será decretado estado de greve.

De acordo com Huellem Ferreira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba (Sintram), os trabalhadores estão sem garantias sobre a jornada de trabalho e o ponto biométrico, principal causa das reivindicações.

"Se a empresa colocasse o ponto biométrico, que é o ponto que o trabalhador bate, que sai a hora que ele largou, a hora que ele pegou, sim, ai o sindicato assinaria porque tem o respaldo tanto para o trabalhador como para o sindicato que ele cumpriu a jornada dele de trabalho. Caso não houver isso não tem avanço. Sendo que muitas empresas lesam as horas extras dos trabalhadores, não dão intervalo e ainda comem as horas extras", disse.

Ainda segundo o presidente do Sintram, na reunião de hoje não houve avanços na causa econômica "ficou emperrado na jornada de trabalho, no auxílio clínico e no plano de saúde", informou Huellem.

A assembleia está marcada para a segunda-feira às 9h e na terça-feira (17) uma reunião final deve indicar se a categoria entra ou não na quarta-feira em estado de greve.

Insegurança

Outra questão que os rodoviários reivindicam em Ananindeua e Marituba são melhorias na segurança dos trabalhadores. Huellem Ferreira informa que cobradores e motoristas ficam a mercê de bandidos em locais sem condições adequadas.

"O pessoal fica mais de uma hora no final de linha e não tem alojamento adequado para os trabalhadores rodoviários que ficam a mercê da bandidagem. Precisamos que volte a jornada anterior para dar melhorias para os trabalhadores e para a população em geral", reiterou.

A jornada anterior era de seis horas e 20 minutos de intervalo, sendo que agora são sete horas de trabalho com também 20 minutos no intervalo.

A catraca livre é um dos expedientes que poderá ser adotado pelos rodoviários caso as partes não cheguem a um acordo.

Fonte: CTB-PA

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