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"Não tem arrego, vamos seguir firmes em defesa da aposentadoria", avisou a Claudete Alves, presidenta do Sedin (Sindicato dos Educadores da Infância), direto dos corredores da Câmara de Vereadores e São Paulo. 

A dirigente também externou o repúdio do Sedin contra a violência da Polícia Militar de São Paulo contra professores e professoras municipais de São Paulo deixa dezenas de feridos nesta tarde de quarta-feira (14), na Câmara dos Vereadores da capital paulista. A truculência da PM é para reprimir a categoria que tem lutado para defender seu direito à aposentadoria contra o projeto de Doria (PL 621/2016), que afeta mais de 200 mil servidores da cidade e irá privatizar a aposentadoria dos professores.

"Um verdadeiro absurdo. Fomos atacados com cacetetes e gás. E, neste momento, estamos presos neste momento na Câmara de Vereadores. Nosso povo foi brutalmente atacado pela PM de Doria e Alckmin", emendou a dirigente. Ouça!

Claudete lembrou que nesta quinta (15) haverá novo ato com a paralisação da categoria. "Amanhã realizaremos assembleia geral da categoria, para deliberar sobre a continuidade do movimento paralisatório, logo após a audiência pública que discutirá o PL 621/17, da qual participaremos ativamente", destacou a dirigente.

Repressão na Câmara dos Vereadores

As cenas de violência começaram ainda dentro da CCJ, no Auditório Freitas Nobre. Acompanhe as imagens do Mídia Ninja:

Votação continua

Os vereadores decidiram transferir a sessão para o Plenário 1º de Maio, onde o vereador João Jorge (PSDB) tentou ler o relatório de Miranda de forma acelerada, impedindo mesmo a compreensão dos presentes. Foi neste momento, que a Tropa de Choque da Polícia Militar chegou e, do lado de fora, disparou uma bateria de bombas de gás lacrimogênio.

A presidente do Sedin ainda destacou que "os trabalhadores e trabalahdoras da educação de São Paulo estão sendo massacrados pelos governos municipal e estadual de São Paulo. A cada dia Doria ataca mais direitos com a implementação de um pacote que amplia o sucateamento do Estado e a precarização da nossa categoria".

 

 Portal CTB - com informações das agências

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