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Sex, Set

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A campanha Brasil Metalurgico, organizada pela Fitmetal (Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil) e da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), promove nesta quinta-feira, 14 de setembro, o Dia Nacional de Luta, Protesto e Greve. Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais já definiram a agenda de atos unificados. Também estão previstos protestos no Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná.

Em todo o País, as manifestações terão como eixos três bandeiras de lutas: “Contra o fim dos direitos sociais e trabalhistas”; “Em defesa das conquistas nas convenções coletivas”; e “Contra o desmonte da Previdência Pública”. Além das ações conjuntas, os sindicatos de metalúrgicos e de outas categorias (sobretudo da indústria) vão promover assembleias junto às suas principais bases.

Na capital paulista, a concentração para o ato unificado está marcada para as 9 horas, na Praça do Patriarca, na região central. De lá, os manifestantes sairão em passeata até a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo, na Rua Martins Fontes. Protestos contra as privatizações do governo Temer também entrarão na pauta.

O Rio de Janeiro – uma das regiões que mais sofrem com a desindustrialização e o avanço do desemprego metalúrgico – terá protesto em frente à sede da Petrobras, no Centro. O Fórum das Centrais Sindicais convoca a atividade, junto aos três principais sindicatos da categoria no estado – Rio de Janeiro, Angra dos Reis e Niterói.

Os metalúrgicos de Minas Gerais – que já estão mobilizados na tradicional campanha salarial unificada, com data-base em 1º de outubro – devem fazer cinco atos conjuntos. Haverá atividades na região metropolitana de Belo Horizonte, nas regiões Norte e Sul, no Triângulo Mineiro e na Zona da Mata.

O Dia Nacional de Luta ainda terá atos no Paraná, no Rio Grande do Sul e na Bahia. Em 29 de setembro, as entidades à frente da campanha “Brasil Metalúrgico” realizam a Plenária Nacional dos Trabalhadores da Indústria, no CMTC Clube, em São Paulo.

“Nas negociações atuais, os sindicatos e as federações já sentem a ofensiva dos patrões para impor os retrocessos da reforma trabalhista”, denuncia Marcelino da Rocha, presidente da Fitmetal. “Nossas entidades, filiadas ou parceiras, estão orientadas a se engajarem no Dia Nacional de Luta. É preciso dialogar com a categoria, denunciar as mazelas do governo Temer e levar essa discussão para o conjunto da sociedade.”

A campanha também envolve outros sindicatos, federações e confederações ligadas a mais seis centrais sindicais – CSB, CSP-Conlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical e UGT.

Portal CTB com Fitmetal