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A PGR quer agora saber o que foi feito com os R$ 2,5 bilhões que seriam depositados e pede informações à Caixa

Jornal GGN – Após a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, solicitar o bloqueio do acordo da força-tarefa da Lava Jato com a Petrobras para o fundo bilionário, que foi atendido pelo ministro Alexandre de Moraes, a PGR quer agora saber o que foi feito com os R$ 2,5 bilhões que seriam depositados.

Para isso, Dodge pediu que a Caixa Econômica Federal apresente todas as informações sobre as quantias, detalhes das movimentações bancárias e o que foi feito com os valores, a gestão financeira desses bilhões, que ficariam sob o comando de uma Fundação que teria entre os membros consultivos procuradores de Curitiba.

A nova solicitação de Raquel Dodge foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, que já havia despachado a favor da procuradora, na última sexta-feira (15), atendendo ao bloqueio do acordo entre a força-tarefa e a estatal, com a autorização da juíza Gabriela Hardt, enquanto ela substituía Sérgio Moro na Lava Jato.

Entre os pedidos, a procuradora também quer saber sobre os rendimentos, as taxas, possíveis aplicações e formas de remuneração dessa quantia. Os valores estimados de depósitos foram calculados em R$ 2,5 bilhões.

No seu despacho da última sexta, Moraes não somente acatou à paralisação do acordo, com uma decisão liminar, como também determinou a suspensão de todos os efeitos deste acordo, incluindo o que já havia sido depositado e o que não havia. Sobre o fim deste montante, o ministro disse que qualquer movimentação desse dinheiro ficava submetida à “expressa decisão” do STF.

 

Fonte: jornalggn.com.br

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