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Ter, Jun

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Sem explicação plausível, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, que deverá permanecer à frente do cargo no governo de Jair Bolsonaro (PSL), defendeu o fim da política de valorização do salário mínimo.
 
 
Ele também criticou a indexação do salário mínimo outros benefícios, como o Bolsa Família que, em sua visão, "é o programa mais bem focalizado e custa 0,5% do PIB".
 
Segundo ele, essa seria mais uma medida emergencial necessária para complementar o ajuste fiscal.
 
"Eventualmente será necessário rever a política do salário mínimo. Se ela continuar crescendo, a gente tem que ver como financiar isso. Quem tem produtividade maior precisa ganhar melhor, até como forma de reter trabalhadores", disse durante coletiva à imprensa nesta quinta (22).
 
Reforma da Previdência
 
Na oportunidade, Mansueto reforçou o coro pela aprovação da Reforma da Previdência. Segundo ele, o Brasil gasta atualmente com o pagamento de pensões e aposentadorias o mesmo que países ricos, como o Japão, e afirmou que não há espaço para uma redução da carga tributária.
 

Portal CTB - Com informações do G1

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