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Qua, Jun

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Avanço para o grande capital, retrocesso para o povo. Com 48 votos a favor e 18 contra, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal admitiu a constitucionalidade da reforma da Previdência e o processo avançou. O texto agora deve ser examinado pela comissão especial, onde acontecerão os embates políticos e será decidido se a reforma vai ou não ao plenário.

A PEC 6/2019 é um ataque cruel aos direitos dos trabalhadores, à sociedade e à economia brasileira. Aumenta a idade mínima para aposentadoria – 65 anos para homens e 62 para mulheres. Também amplia o tempo mínimo de contribuição de 15 para 20 anos. Ainda tem mais. Para receber o valor integral, a pessoa terá de contribuir por 40 anos, fator que penaliza os mais pobres.

A reforma também prejudica as mulheres, especialmente as professoras do setor público que terão de trabalhar mais 10 anos e contribuir mais para poder se aposentar com o benefício parcial. Outro ponto polêmico são as mudanças nas pensões por morte de viúvos, viúvas e órfãos do BPC (Benefício de Prestação Continuada), pago a idosos pobres. O valor passaria de um salário mínimo, R$ 998,00 para R$ 400,00, e seria pago apenas aos idosos em condição de miséria extrema a partir dos 60 anos.

Os efeitos da reforma da Previdência serão nefastos caso aprovada em todas as fases. A população será jogada em um limbo financeiro e os idosos sofrerão. Ainda não definiram a data de início da nova etapa. Ou será nesta quinta-feira (25/04) ou na semana de 6 de maio. É preciso continuar a resistência contra etsa propsta absurda.

 

Com informações de bancariosbahia.org.br

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