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Nesta terça-feira (14), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), publicou despacho encerrando a mediação sobre a situação do Plano de Assistência Médica da Categoria Ecetista. A publicação surpreendeu a todos, pois, após longos meses de debates, a Direção dos Correios, em atitude unilateral, afirmou que não iria mais negociar com a categoria. Diante da posição da Empresa, o vice-presidente do TST, o ministro Emmanoel Pereira, tomou a decisão de arquivar o processo.

No dia 31 de outubro, a Findect (Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) protocolou petição no TST solicitando o aprofundamento das discussões sobre o plano de assistência médica. No entendimento da Federação a proposta apresentada pelo Tribunal não considerava os mais de 20 pontos avaliados pelos representantes dos Ecetistas na Comissão de melhorias no plano de saúde.

O presidente presidente do Sindicato dos Correios de São Paulo, Elias Divisa, destacou que para os trabalhadores e trabalhadoras dos Correios o plano de assistência médica é um dos mais importantes benefícios conquistados ao longo de anos de luta. “Ter essa vitória ameaçada é uma afronta a todo o movimento sindical histórico nos Correios”, afirmou.

Na mesma linha, o secretário nacional de Formação da CTB e trabalhador dos Correios, Ronaldo Leite, lembrou que são cerca de 400 mil trabalhadores e trabalhadoras usufruem desse direito. “A cláusula 28 do Acordo Coletivo de Trabalho garante esse direito à categoria. E nossa base seguirá firme na resistência e luta em defesa dos direitos e contra a ameaça de privatização dos Correios”, reiterou.

Ao comentar a questão, a diretora da Saúde na FINDECT, Silvana Azeredo, destacou que “um dos pedidos mais frequentes dos Trabalhadores, e que deixamos claro no relatório que a comissão elaborou ao final dos trabalhos, em janeiro deste ano, foi a volta dos ambulatórios. Além disso, pedimos o detalhamento dos números apresentados pela Empresa e pela Postal Saúde, utilizados como justificativa para o déficit financeiro da ECT”, afirmou.

Portal CTB - Com informações do Findect

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