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“A história começa quando Noura Hussein tinha apenas 16 anos e se casou contra a sua vontade com Abdulrahman Mohamed Hammad. Seu pai e o novo marido assinaram um contrato de casamento e, quando Noura terminou o ensino médio em abril de 2017, ela foi forçada a morar com o homem com o qual foi obrigada a se casar”, diz trecho do texto do abaixo-assinado da Anistia Internacional.

A organização está em campanha pelo mundo para salvar a vida da menina, que foi condenada à morte no começo de maio. A jovem de apenas 19 anos confessou que esfaqueou o “marido”  até a morte quando este a tentava estuprar.

As leis do Sudão permitem o casamento de meninas a partir dos 10 anos e não se cogita falar em violência sexual entre pessoas casadas. Por isso, a Anistia trabalha para impedir a execução da pena capital no caso de Noura.

“Ela foi submetida a abusos psicológicos e físicos por sua família e marido, violações dos Artigos 14 e 15 da constituição do país”, afirma Yasmeen Hassan, diretora global da Equality Now, em defesa de Noura.

Yasmeen explica que comprovado o abuso moral e físico pela família ou outros o casamento fica proibido “sem o consentimento total das partes”. Em tempos em que governos separam filhos dos pais e os confinam em gaiolas, “é importante ajudarmos as organizações de defesa dos direitos humanos a salvar a vida dessa menina”, argumenta Vânia Marques Pinto, secretária de Políticas Sociais da CTB.

Acesse o site da Anistia e contribua para salvar a vida Noura Hussein, de apenas 19 anos.

Portal CTB com agências. Foto: ThinkStock

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