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Dom, Dez

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AConfederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) através de sua vice-presidência e Secretaria de Relações Internacionais segue participando de uma grande agenda pela segurança alimentar e desenvolvimento rural na sede da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na manhã desta segunda-feira (15 de outubro), o vice-presidente, secretário de Relações Internacionais da Contag e secretário-executivo da Coordenação das Organizações dos Produtores Familiares do Mercosul (Coprofam), Alberto Ercílio Broch, acompanhou a abertura oficial da 45ª Plenária do Comitê de Segurança Alimentar das Nações Unidas, que teve a contribuição do diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Graziano da Silva.

Em sua fala, Grazino, denunciou os graves problemas da fome em todos os continentes, decorrentes das mudanças climáticas, mas, sobretudo da ausência de políticas públicas para a produção e acesso aos alimentos pelas populações mais carentes e vulneráveis.

Graziano chamou a atenção dos governantes presentes da Agenda da Década da Agricultura Familiar, decretada pelas Nações Unidas, afirmando que: “A Década é uma grande oportunidade para os governos usarem as forças que têm para aumentar a produção de alimentos, gerar empregos, renda e diminuir a pobreza, cumprindo assim as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS´s)”, afirmou.

O diretor-geral da FAO ainda destacou o papel fundamental da mulher rural e sua jornada dupla de trabalho, nos afazeres domésticos e produtivos da família. “No Ano Internacional da Mulher Rural precisamos reconhecer e valorizar as preciosas atividades desenvolvidas pelas trabalhadoras rurais agricultoras familiares”, ressaltou.

Alberto aproveitou a oportunidade para destacar que a Contag e a Coprofam no âmbito do Conselho Mundial de Segurança Alimentar (CSA) trazem um alerta aos governos que revejam seus modelos econômicos e suas políticas de desenvolvimento. Pois sem a distribuição dos recursos naturais: terra, água e insumos para a produção, não haverá alimentos e assim não combateremos a pobreza e a fome”, pontuou.

Fonte: Comunicação Contag

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