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Sex, Mai

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Às  vésperas de completarmos 2 anos do golpe que retirou uma presidenta eleita e colocou no Palácio do Planalto o ilegítimo Michel Temer, os trabalhadores e trabalhadoras rurais testemunham uma brutal retirada de direitos.

Os trabalhadores do campo são alvo de todas as contrarreformas propostas pelo governo e o Congresso, dentre as quais lembramos: o fechamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o fim de políticas sociais agrícolas e agrárias, a extinção da Ouvidoria Agrária Nacional, o fim da CPI Funai/Incra, a Medida Provisória (MP) da regularização fundiária urbana e rural, a terceirização, paralisação do programa Minha Casa Minha Vida Rural, a reforma trabalhista e a ameaça de reforma da Previdência.

Ao longo destes 2 anos, as ofensivas contra os direitos das populações do campo, das florestas e das águas se multiplicaram em ritmo avassalador. Resultado disto é o brutal avanço da pobreza, criminalização dos movimentos sociais e o aumento assustador da violência contra os trabalhadores rurais.

Estudo divulgado em abril revela que, em 2017, os assassinatos em conflitos no campo foi o maior número desde o ano de 2003. Foram 70 assassinatos. Um aumento de 15% em relação ao número de 2016.

Entendemos que a luta pela defesa e garantia de direitos da classe trabalhadora do campo e da cidade deve ser uma ação constante e a CTB está na linha de frente desta luta. 2018 é um ano estratégico e as forças sociais sabem que somente com unidade e resistência conseguiremos mudar essa realidade.

Sérgio de Miranda é secretário nacional de Finanças da CTB.


Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

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