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Reunida em Brasília para discutir o reajuste das aposentadorias, a Central reafirma com veemência sua posição contrária a proposta que está sendo feita, na qual a exigência é  85 para a mulher e 95 anos para o homem, que significa a soma do tempo de contribuição e a idade.

Para a CTB esse é um esforço do governo para compensar o fim do fator previdenciário, mas na essência não se obtém alteração significativa.
 
A proposta do governo acaba com o fator previdenciário, mas obriga à classe trabalhadora que se aposente  por idade, o que na opinião da CTB é um critério injusto e desleal para com o trabalhador que ajudou a construir esse país.
 
A CTB reafirma sua  posição contra a proposta 85/95 e reforça sua defesa do reajuste do salário mínimo, que deve ser repassado para as aposentadorias, e não aceita a retirada de nenhum projeto de lei em tramite no Congresso Nacional que visa beneficiar os aposentados e pensionistas do INSS, principalmente em relação ao fator previdenciário que considera necessário ser extinto com urgência, reiterando seu total apoio ao projeto do deputado Paulo Paim (PT).

São Paulo, 25 de agosto de 2009.


Wagner Gomes (Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)



Carta Aberta ao Povo Brasileiro

Nós, aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa, manifestamos publicamente nosso posicionamento contrário às propostas apresentadas pelo governo federal e acordadas tacitamente junto às Centrais Sindicais.
 
Continuamos apoiando firmemente os projetos de autoria do Senador Paulo Paim, já aprovados pelo Senado Federal, que estende o reajuste do salário mínimo para todos os aposentados e pensionistas (PL 01/2007) e que acaba com o Fator Previdenciário (PL 3299/2008). 
 
Entendemos que não se pode mutilar o conteúdo desses projetos aprovados pelo Senado Federal sob pena de perdermos nossa credibilidade junto aos nossos filiados e junto ao povo brasileiro que nos acompanha.
 
A integridade e a defesa desses projetos significam fazer justiça aos aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa de todo o país que se encontram em situação de penúria após se dedicarem ao desenvolvimento econômico e social do país ao longo de décadas.
 
Possuímos princípios democráticos de ação e respeito às nossas bases. Dessa maneira, não podemos recuar nas nossas bandeiras de luta.
 
Continuamos abertos ao diálogo em todas as instâncias e acreditamos que cabe a cada um dos deputados federais retribuírem aos seus eleitores a luta pela justiça social. Portanto, a sua tarefa é colocar esses projetos para a votação democrática, aberta e nominativa, e aprová-los.
 
Brasília, 01 de setembro de 2009.

Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas – COBAP; Fórum Sindical dos Trabalhadores – FST; Nova Central Sindical dos Trabalhadores – NCST; Central dos Trabalhadores do Brasil – CTB  

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